05 agosto 2017

Boas Maneiras: Relacionamentos Familiares

Família

Os bons relacionamentos familiares dependem muito de vivermos, na vida cotidiana, as boas maneiras e as virtudes humanas de forma bastante concreta. Por exemplo:
  1. A generosidade que nos faz sublimar o cansaço e ouvir os problemas das crianças (ou jovens).
  2. Ou a gastar tempo para jogar, conversar caminhar com os filhos. 
  3. Ou quem sabe sair para jantar ou para um filme a cada mês com o cônjuge. 
  4. Também  ouvir e respeitar o modo de ser dos irmãos, interessar-se por eles ao invés de ter uma postura de exigir a atenção só para si. 
  5. Fazer as tarefas que nos cabem sem procurar aplausos e sem sermos medíocres na sua realização, etc.
  6. Ajudar os demais sem sermos notados.
  7. Todos esses pequenos esforços cotidianos contribuem para a unidade familiar que não pode ser construída de outra forma,  nem com presentes, nem gritos, impaciências de toda sorte, dinheiro, etc.
  8. Quando vemos uma família unida, se divertindo em férias, ou uma festa familiar rica de detalhes pessoais e bem cuidados, reparamos que as alegrias profundas são fruto de uma longa caminhada comum vivida com pessoas DE QUALIDADE HUMANA, DE VIRTUDES HUMANAS REAIS.
  9. Para a unidade familiar também contribuem o contínuo exercício de boas maneiras e a vivência profunda de uma fé viva, não esteriotipada. Motivos para deixar de lavar a louça, para entregar-se à tristeza e à preguiça vão sempre se sugerir aos montes para todos os membros da família. Mas todos eles são descaminhos e levam a grandes tristezas. Manter-se firme no amor e ganhar esta batalha diária, anônima, discreta, por amor, para fazer da vida um contínuo exercício do bem é construir a unidade e a paz familiar. 
  10. Outra idéia fundamental  para a unidade familiar é a de que no lar todos são  importantes e que não existem pequenas realizações, ninguém é melhor ou superior. Pode existir hierarquia do filho ter que respeitar o pai, mas não pode haver desrespeito, diminuição e abuso humanos contra quem quer que seja na família. O lar deveria ser o locar de recuperação das nossas forças e por isso é inadmissível o ambiente de permanente crítica, reclamação, abusos ora contra os pais, ou idosos ou enteados, etc.
  11. É preciso que todos reconheçam a importância do torneio da escola do irmão menor, da necessidade de descanso para aos pais no final de semana, das dificuldades pessoais de cada um e ajudem a superá-las.
  12. Nada em família não é importante: visite os idosos, as tias solteironas, convide os amigos com menos oportunidade, se o pai do amiguinho leva seu filho sempre ao cinema ou alguém lhe dá carona para o trabalho retribua. Se alguém está só visite, ofereça-se para fazer compras. Respeite o espaço de cada um e na casa de um parente não dê ordens, não se autorize criticar as circunstâncias ou o modo de ser dos demais parentes só porque é parente. A maior parte dessas críticas ou é um envaidecer-se ou um querer livrar-se de pensar ou envolver-se com o que está criticando no outro.
  13. Que sua família seja uma benção internamente e para os demais também: visite asilos, orfanatos, ajude na Igreja, valorize os demais os profissionais, mesmo os mais modestos, que servem sua família, como entregadores, serventes, etc.
  14. Esse bom relacionamento inter-familiar e da família com os demais favorece a unidade família e a auto-estima dos mais jovens, alegra os jovens há mais tempo sempre refresca de bons ventos aqueles de estão liderando as famílias. 
  15. A fé se aprende em família. Quando a família tem valores cristãos fundados numa piedade sincera aprendida em família, muito mais fácil se superam as diferenças, se potencializam as capacidades individuais, se vive a alegria e o amor. As boas maneiras em família também passam pela vivência da fé.

Obrigado por compartilhar esta postagem. Siga-nos no Twitter
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "