22 julho 2017

Boas Maneiras: Recebendo para Jantar

Boas Maneiras no Jantar: Indo até a Mesa


Quando o jantar é anunciado, o anfitrião oferece o braço à senhora de mais distinção e falando ou com um aceno guia o resto dos convidados até a sala de jantar.

A dona da casa segue até a mesa com o cavalheiro que é mais direito a essa honra, podendo  ser a última da "fila" de convidados. Mas isto não é obrigatório porque a dona da casa pode entrar logo após o anfitrião para poder ir indicando o lugar dos seus convidados à mesa.

Os demais convidados seguem na ordem previamente combinada, ou que seja mais apropriada para se respeitar a precedência natural em sociedade: mais velhos, homenageados, novos no grupo, em primeiro lugar seguido dos demais. 

Ao entrar na sala de jantar, a dona da casa, permanece à entrada da sala de jantar até o último convidado entrar e entre sua estada na porta até que todos entrem e a chegada até o seu lugar na mesa, a anfitriã vai indicando a cada convidado onde deve sentar-se. O cartãozinho com o nome do convidado na mesa facilita este trabalho.

O convidado não se senta até que a dona da casa se tenha sentado ou indicado que os convidados façam isso. 

Boas Maneiras e o Número de Convidados para Jantar


O número de convidados para jantar é determinado pelo tamanho da mesa ou pelo espaço disponível para que todos sentem-se confortavelmente. Nada é mais desagradável do que esse excesso de informalismo que coloca pessoas comendo em pé, ou circulando pela casa sem lugar para sentar-se ou até desistindo de servir-se por falta de um espaço confortável para comer. 

Quando são poucas pessoas à mesa a conversa pode ficar um pouco sem graça e se forem muitas e principalmente mal instaladas todos podem se sentir incomodados.

Um espaço de uns sessenta centímetros para cada convidado é um espaço confortável.

O ideal é que o numero de mulheres seja igual ao número de homens.

Boas Maneiras ao Organizar o Jantar: A Distribuição dos Convidados à Mesa


O ideal é que o convidado tenha ao seu lado alguém de seu agrado, alguém de gostos comuns. Isto é fundamental para o sucesso da festa.

Se você tem um convidado especialmente falante, amável, agradável, coloque-o no centro para que possa falar com mais de uma pessoa.

Duas pessoas falantes, ou duas celebridades digamos,  colocadas juntas vão se extinguir uma à outra, não é um bom plano.

Não é um bom plano de mesa colocar duas pessoas de mesma profissão juntas porque monopolizarão a conversa nos seus temas habituais deixando outros afastados da conversa. 

Os convidados tem que se lembrar de que tem obrigação de dar atenção aos outros e não apenas esperar ser agradados, se divertir. Por isso devemos procurar - também nos eventos sociais - agir como habitualmente já fazemos na vida em sociedade: "servimos" e não procuramos ser servidos. E isso nos obriga a nos interessarmos pelo que interessa aos outros e a ter uma conversa que agrade aos nossos interlocutores. Se não tivermos consciência disso iremos apenas "despejar" pensamentos, sensações e queixas conforme nossos humores de momento, sem pensar nos outros e isso é sempre descortesia e vulgaridade. 

Lembre-se de, em sociedade,  não falar de coisas negativas, nem reclamar ou queixar-se como assunto de conversa social. Devemos falar coisas boas sempre, mas principalmente em sociedade. Jamais portanto "repare" nos outros julgando roupas, a comida, e nunca, nunca fale mal da sua família em sociedade, nem fale alto, nem jamais fale palavrões ou palavras chulas. Nunca. Lembre-se de que a boca fala do que o coração está cheio, limpe-o e enfeite-o também como fez com a roupa antes de ir para o jantar ou a festa.

A anfitriã deve evitar os assuntos que possam desagradar seus convidados como religião, política e qualquer outro tema que saiba desagradável aos seus convidados como em festa do PT falar de Mensalão. 
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "