27 julho 2017

Boas Maneiras e o Cão Guia dos Cegos

  1. Para que desempenhem bem sua função devemos ignorar o cão guia: não o afagamos com carícias amistosas ou toques, nem falamos com ele, nem tocamos na sua guia. Também não o alimente, nem lhe damos água querendo atendê-lo. Ele tem seus locais e horários de fazer suas necessidades, não interfira. 
  2. O treinamento que o cão guia recebe o habilita para estar em qualquer lugar público por isso receba-o sem receio de que ele vá correr, atrapalhar, etc. Ele ficará sempre aos pés do dono. Ele pode ir sem problema algum ao Shopping, hospitais, transportes públicos, etc. 
  3. Ele é treinado para não fazer mal algum se não for provocado é claro. 
  4. Fale, em primeiro lugar, com o portador de deficiência visual e não com o cão. 
  5. Dirija-se ao portador de deficiência visual pelo lado oposto ao que se encontra o cão guia, (geralmente à esquerda). Caso o cego passe a seguir suas instruções ofereça-lhe o braço para que ele o siga. Mais uma vez não se dirija ao cão. O cego dará um sinal combinado para indicar ao bichinho que ele “está de folga” por enquanto.
    "Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "