21 julho 2017

Boas Maneiras: Cartas

Cartas

As cartas devem ter começo meio e fim. Devem visar ao leitor da mesma e não a expansão do seu ego em longos devaneios. Tenha consideração por quem o lê ou o ouvirá na secretária eletrônica. Pense no outro primeiro.
  1. Não esqueça da saudação inicial e de grafar os nomes corretamente.
  2. Cumprimente primeiro; pergunte como vai a família etc se for o caso;
  3. Se for o caso agradeça ou elogie;
  4. Depois desenvolva os demais assuntos que motivaram sua carta.
Se estiver escrevendo uma carta resposta a uma reclamação de cliente não o contradiga de imediato. Agradeça sua carta, diga que procurou saber ou atender E PEÇA DESCULPAS se for o caso.


O papel de carta personalizado também, como a roupa espelha seu modo de ser. Devemos sempre responder aos convites e sempre nos manifestar quando alguém do nosso círculo de amizades falece. Diz o formalismo que os convites formais e o a manifestação de condolências não devem ser respondidos senão com papel de carta personalizado por um sistema de impressão mais elegante como relevo. 

Mas não deixe que a falta de um papel personalizado o faça desistir de responder a um convite ou de enviar suas condolências. Compre um papel especial ou um cartão-bilhete em papel-linho e escreva de próprio punho sua mensagem. Não deixe para a hora que você precisar escrever a definição do seu papel e cartões pessoais. Considere a personalização uma opção também para os seus e-mails.

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"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "