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26 junho 2017

43 Dicas Boas Maneiras ao Falar:


Falar



1. É falta de educação gesticular nervosamente e a falar como se estivesse interpretando um personagem em crise existencial. Serenidade e sobriedade ao falar é uma ótima maneira de promover a boa conversa.


2. É falta de educação expandir-se em exageradas brincadeiras e gestos quer para ser simpático, quer para reclamar ou para chamar a atenção dos demais sobre si mesmo. 


3. Os assuntos referentes à sua intimidade ou higiene pessoal não são tema de conversa social. 


4. É falta de educação tocar pessoas enquanto se fala. 


5. É falta de educação apontar com o dedo com quem se fala ou de quem se fala. 


6. É falta de educação bocejar sem cobrir a boca, 


7. É falta de educação espirar com escândalo e sem cobrir a boca. 


8. É falta de educação falar excessivamente de si mesmo e dos seus interesses. 


9. A pessoa educada não faz comentários sobre sua família com conhecidos e nem tece considerações sobre seu esposo, esposa para estranhos. O homem ou a mulher que revelam os defeitos dos seus conjugues social é muito pouco elegante. Uma pessoa elegante nunca critica, desmoraliza ou faz pouco do esposo, esposa na frente dos amigos, dos filhos e dos empregados. Em caso de separação não se faz alarde do ocorrido, dos defeitos e do que houve. 


10. As boas maneiras no trato com as outras pessoas vão desde nunca falar grosserias, palavrões, comentários inoportunos ou brincadeiras de mau gosto, passando por evitar fazer barulho ou insistir naquele cacoete ou mania que sabemos que irrita quem convive conosco, tornando o convívio conosco um verdadeiro martírio. Ou antes de mudarmos um canal de rádio ou televisão consultamos os demais presentes. E tantas outras ocasiões em que podemos nos esforçar para ver o “lado” do outro. 


11. Não fale tudo que lhe vem à mente. Não exponha todo o seu o seu interior nem para se fazer entender. Não revele a quem não interessa suas resoluções para evitar ser criticado desnecessariamente. 


12. Escolher bem com quem se pode, sobre o que se pode e com quem interessa conversar sobre pontos discordantes. Contradizer é condenar o juízo alheio e por isso é melhor fazê-lo por um bom motivo e com quem, pela sua alta qualidade humana, possa nos enriquecer. Se não abstenha-se do debate inútil. 


13. Fale de coisas boas. Não se trata só de não falar mal das pessoas e das circunstâncias, ou de não viver reclamando, mas de falar objetivamente de coisas boas. Isto vai mostrar a você mesmo o que lhe interessa de bom. Pessoas? Aviões? Viagens? Soluções humanitárias para o desenvolvimento da África? Ou shoppings, shopping, shoppings, shopping, shoppings, shopping, shoppings, shopping? 


14. Fale baixo, mas não inaudível. Nunca fale alto. Não fale de boca cheia. Espirros, bocejos cubra com um lenço. Não os remarque se alguém os fizer à mesa. Não palite os dentes na mesa. 


15. Não comente aspectos íntimos como assunto de conversa. (“- Estou apertado!”, por exemplo). 


16. Não interromper as conversas, não dar respostas inconvenientes e não ignorar a necessidade e os interesses de quem está à sua volta. 


17. Ao discordar de alguém ou reprovar uma aula ou professor por exemplo, não seja explícito ou antipático. Não demonstre má vontade, ou faça caras de tédio e desinteresse. Evitar espreguiçamentos, gestos de descaso e falatórios inúteis durante a aula. É preciso muito charme, cultura e savoir-faire para que a nossa opinião, sobre o que nos agrada ou não, interesse aos outros do mesmo modo que à nossa carinhosa mãe ou avó. Por isso veja se sua “reprovação” não está ligada a uma vontade de valorizar-se a custa de desqualificar ou diminuir o que está à sua volta. 


18. Evitar os excessos de cansaços, de reclamações, de queixas. Seja por causa das atividades cotidianas como tomar banho, o tempo quente ou frio, etc. Na verdade, as pessoas realmente elegantes evitam ser pesadas aos outros com queixas desnecessárias de qualquer espécie. 


19. Evitar, na conversa, a promoção de uma verdadeira obsessão por piadas, risos, tragédias ou monopolizar uma conversa com um tema de nosso exclusivo interesse abusando assim da generosidade de quem nos ouve. 

Atitudes e Vícios


21. É falta de educação o consumismo descontrolado. 


22. É falta de educação "brincar" de avacalhar os outros através de gozações e críticas dissimuladas. Controle a competição, a inveja e o despeito. 


23. É falta de educação todo gesto que sabe que irrita quem vive conosco. 


24. Ter gestos como torcer-se, falar com gingas e ou trejeitos exagerados. 


25. É falta de educação querer comprar tudo, ver tudo, saber tudo até perder-se de si mesmo. 


26. A pessoa de boas maneiras nunca é petulante, debochada, escrachada, exagerada e jamais é vulgar. 


27. Não coloca nos títulos, cargos, dinheiro, classe, posição, escolarização, cargo, motivo para se sentir superior a quem quer que seja. A pessoa realmente fina sabe que seus bons modos não são herdados, nem comprados mas permanentemente cultivados. 


28. Não se deixa arrastar pelos impulsos momentâneos e não desenvolve vícios. Não demonstra impaciência, irritação, esnobismos, tédios e egoísmos. Não importa quão excitante seja a situação ou quão ansioso esteja consegue controlar os seus impulsos. 


29. Evita demonstrar esses excessos de intimidade, de liberdade, esses descontroles emotivos, esses deslumbres, esse falar de si mesmo em tudo e para todos. Qualquer abuso é essencialmente vulgar. Todo servilismo ou elitismo é falta de valores e de educação. Talvez isto seja o mais difícil e o mais característico de uma pessoa de boas maneiras : o saber controlar-se. 


30. A pessoa de boas maneiras também evita ignorar as circunstâncias e a necessidade dos demais. Jamais se nega ao cumprimento de um conhecido. 


31. Seus pensamentos são simples, claros e diretos, sem subterfúgios e segundas intenções porque o seu coração é reto. Ele se move para aquele objeto e não a este para obter aquele. 

Correção



33. Não pegue nunca nada que não é seu sem expressa autorização do dono. 


34. Não se cria um link para um endereço prometendo uma coisa e levando a outra para lucrar com a mentira, para difamar fazendo passar por um outro link sobre falso pretexto. 


35. É falta de educação riscar, abusar de oferecimentos públicos como amostras de alimentos, balas em restaurantes, papéis e formulários em bancos ou repartições. 


36. Um cavalheiro não pede dinheiro emprestado à uma mulher e só excepcionalmente o faz a um homem. Dinheiro emprestado sem garantias é considerada uma dívida de honra. Todas as dívidas devem ser pagas prontamente e pelo mesmo valor pelos quais foram contraídas. 


37. Pessoas educadas nunca tomam vantagem de partes mais fracas num negócio, nem se tiram vantagem de pessoas mais pobres ou desinformadas em hipótese alguma. 


38. A pessoa educada nunca se “encosta” em ninguém vivendo como pode por seus meios. 


39. Quem é rico ou tem alguma qualidade excepcional não ostenta seus dons sobre os outros. Só pessoas muito superficiais anunciam quanto gastaram comprando isto ou aquilo. Pessoas educadas evitam falar de dinheiro e negócios fora dessas ocasiões. 


40. A pessoa educada é capaz de controlar suas emoções e não ser guiado por elas de forma impulsiva. Sua forma educada de ser vale em todos os ambientes e não apenas socialmente. 


41. A pessoa educada assim sabe, por exemplo, que a mesa não é lugar para se sentar, sabe que não tem direito de sujar o meio ambiente ou os prédios, ou transportes públicos, etc. 


42. Os jovens devem estar especialmente dispostos a ceder seus lugares nos transportes públicos para os mais idosos e para as mulheres mais velhas. Quando tenham carros ou simplesmente dirijam, devem se oferecer para fazer pequenos serviços a seus familiares atendendo os mais velhos ou àqueles parentes e amigos mais sozinhos. 


43. Se você deve, pague. 


44. Se você sujou, limpe. 

Cooperação



1. Temos que fazer sempre o bem. E muito bem feito. 


2. Ser pontual, atencioso e acurado.


3. Colabore cotidianamente com o que lhe é solicitado explícita ou implicitamente: a limpeza e a ordem em todos os lugares: coloque o lixo no lixo, selecionado, coloque as sobras de papéis do depósito no banco no lixo, não pise na grama, obedeça as indicações de número de passageiros nos elevadores, faça silêncio em hospitais, na Santa Missa, etc. 


4. Cumpra sagradamente os horários que lhe cabem: o marcado para chegar, o ideal para encerrar uma visita e não incomodar, o horário de cumprir uma tarefa sem adiamentos. 


5. É falta de educação todo forma de adiamento irresponsável. 


6. Devemos facilitar a vida do próximo, consolar os aflitos, não criar problemas de convivência, prestar pequenos serviços quando se ofereçam. Sorrir e cultivar o bom humor transmitindo a todos serenidade e alegria. Ser cortês é a primeira manifestação da caridade, forma maior do amor. 


7. Devemos tratar todos bem: o chefe, o subordinado mais humilde e nossos pares. Quem conhece suas limitações e qualidades está certo do seu valor e não se sente inferiorizado ao lado de quem lhe é superior, e sabe que não tem motivos para sentir-se superior a quem quer que seja pelo motivo que seja. 


8. Bom dia!, perdão! Desculpe, com prazer, obrigado, não há de que, por favor, Bom dia, noite. Sempre. Com todos. Pai e mãe inclusive. Aliás nada de depois de “velho” fazer os pais lhe servirem. Sirva-os você primeiro. 

Restaurantes e Locais Públicos



10. É falta de educação espreguiçar-se em restaurantes e locais públicos. 


11. É falta de educação limpar o nariz à mesa. O melhor é retirar-se. Também qualquer outra coisa que possa perturbar o convívio à mesa nos leva a pedir licença e nos afastarmos. É o caso de atender ao celular, de atender à uma criança, de guardar a cara feia de má vontade. 


12. É falta de educação maquiar-se à mesa. Mesmo passar o batom depois de comer pizza na mesa não é apropriado. Dirija-se ao banheiro. 

Higiene Pessoal/ Apresentação Pessoal/ Suas Coisas


13. É falta de educação a exibição pública, incluindo aí a vida em família, de gestos de higiene pessoal. Jamais limpe o nariz com os dedos muito menos em público. Escarrar, flatulência, pentear-se, trocar fraldas, vestir crianças devem ser feitos sem exposição pública inclusive pelo bem das crianças. É falta de educação lixar a unha na Igreja ( já vi) ou em lugares públicos. A nossa toalete é feita sempre reservadamente, em local apropriado. Cortar unhas na cozinha, mesmo sozinho. A cada atividade o seu próprio lugar e cuidado. 

Caráter



14. Só uma pessoa muito baixa deseja magoar ou provocar quem acabou de conhecer gerando desconfortos com críticas, intimidações, acusações gratuitas, gritarias, desconsiderações de toda sorte, "brincadeiras" desagradáveis, ridicularizações mais ou menos dissimuladas, ou ainda com fofocas e invejas. Todos tem direito a respeito e à sua boa fama. 


15. Existem ainda os que vivem em mundos imaginários onde tudo é intriga, fofoca, perseguição ou competição. Quando relacionam-se com os demais são um peso de tormentos sem fim vendo perseguições, desagrado, maus tratos e fermentam ressentimentos como pensamento. A pessoa de boas maneiras é simples. Uma pessoa mal educada está contente, nem satisfeita. A pessoa mal educada é sempre pesada aos demais. Há uma tendência a atrairmos pessoas semelhantes a nós mesmos. 


16. A educação assim de uma pessoa depende do valor da sua palavra, da incorruptibilidade de seus valores, do amor, da justiça e da caridade que pratique das quais as boas maneiras são o reflexo mais externo, mais cotidiano do que ela realmente é. 


17. Uma pessoa educada tem suas convicções religiosas, humanas, políticas aprofundadas e por isso não muda de opinião sobre temas fundamentais para agradar os demais.


18. O que ele faz e oferece aos demais é proporcional ao que pode e é sem exageros e mentiras para sua exaltação ou promoção.


19. Seus modos, temperamento, impulsos, comportamento social e aparência são gentis porque seu coração também é gentil e está ordenado para o bem mais que para os impulsos de consumo e outros apetites. 


20. Seus amigos gostam dele pelas suas qualidades VISÍVEIS e reais e por suas boas maneiras. Seus empregados confiam em sua sinceridade e honestidade. 


21. As suas atividades tem uma elevação moral natural sejam seu trabalho, diversão, atividade beneficente e política jamais participando de diversões ou entretenimento vão nem gastando a vida apenas com comodidades e consumo. Antes se interessa pelas grandes questões dentro de seus limites. 


22. Ser diligente. Fazer prontamente o que importa fazer sem reduzir tudo a questão de “estar a fim ou não estar a fim”. O que devemos fazer devemos fazer prontamente, sem adiamentos que enfraquecem no final das contas o quanto REALMENTE podemos fazer. 


23. Em coisas simples aplicar-se e não ser medíocre. Ser pontual, correto e ordenado. Nas coisas cotidianas e simples: sempre. Nas coisas grandes só conseguiremos ser corretos, pontuais e ordenados na mesma medida em que tivermos sido nas pequenas coisas. E isto porque só a força do hábito pode nos manter – ao nos depararmos com dificuldades – com a mesma pontualidade, correção e ordem. Quem só estuda na véspera da prova dificilmente será diferente na universidade ou na forma de trabalhar na vida adulta.


24. A pessoa de boas maneiras não oscila sua opinião para agradar as pessoas presentes ou aos poderosos. 


25. Não faz discursos, nem fala futilmente e sem conhecimento de causa, mas antes faz o que deve e é exemplo de pessoa cujas palavras e gestos na vida em sociedade seguem a mesma direção, a direção do seu coração.


26. Não ser deslumbrados. O que acontece quando a fruição é maior que a qualidade que se possui. 


27. Não seja tão auto - suficiente que não precise dos outros. Amar é também receber amor. 


28. Faça uma boa ação sem esperar retribuição. Participe com assiduidade de ações beneficentes de forma eficiente e desinteressadamente. Isto alarga o coração e a nossa capacidade de ser. 


29. Importa mais a intensidade da amizade ou a qualidade do contato entre os amigos do que a extensão e variedade com que ocorre. A extensão pode – em alguns casos – pode ser prova de superficialidade. 


30. Prudência no trato com os outros: considerar também as intenções para desculpar ou precaver-se se for o caso. Procure se cordial e solícito, respeitador e interessado com seus colegas e amigos e não apenas voltado para seus interesses. A pessoa educada o é sempre e com todos. Devemos criar o hábito do trato cordial e atencioso mesmo quando as situações não são especialmente fáceis ou agradáveis. Não esqueça de oferecer um sorriso, mesmo quando for preciso se negar a um pedido inoportuno. 


31. Aprenda a divertir-se sem tomar álcool, fazer brincadeiras de mau gosto, dizer grosserias e piadas vulgares, desenvolver interesses mórbidos ou de vulgaridade sexual, palavras trejeitos e modas agressivos porque são expressão da falta de segurança e autodomínio. 


32. Procurar não ter nada no currículo da vida que o desabone. 


33. Evitar qualquer forma de droga e pessoas que as usam ou querem que você as use. A melhor atitude no que se refere a drogas é fazer o mesmo que faríamos se víssemos um leão solto rugindo de fome: sair correndo. E sem olhar para trás! 


34. Polir-se em todas as perfeições possíveis. Desenvolver o bom gosto, o bom modo de fazer as coisas, a capacidade profissional, amadurecer o juízo e clarificar a vontade. Uma pessoa educada é necessariamente intensa ou ativa ou ainda aberta ao que a vida oferece, variando conforme o temperamento mas jamais tem uma atitude predominantemente viciada pela preguiça, ira, gula, etc. Amplia seus conhecimentos sejam de música, arte, esporte e cultura. Desenvolve um hobby, participa da vida social, política e de uma ação beneficente, jamais estando voltada somente para si mesma. 


35. A sua excelência profissional é parte fundamental do seu desenvolvimento como pessoa. Empenhe-se com metas claras. Aprimore-se continuamente na sua profissão. 


36. Não seja interesseiro, oportunista, puxa-saco, utilitarista, “maria – gasolina”, vazio de interesses, centrado demais em si mesmo, ou desinteressado ou desinformado demais. 


37. Mesmo que não sejamos aplaudidos devemos fazer o que é certo fazer. 


38. Não se deixe “levar” pelos “achismos”, “modismos”, propagandas, e opinião dos amigos sem refletir. As vezes o que nos é sugerido não é mau mas nos faz perder o tempo que deveríamos gastar fazendo o que realmente deveríamos. Aí até uma coisa boa se torna má. Se você descer para jogar bola no horário em que deveria estudar é uma coisa má embora jogar bola não tenha nada de mau. Divida melhor o tempo para poder fazer as duas coisas, jogar e estudar. Não se engane sobre as consequências de suas escolhas com desculpas e justificativas. 


39. Ame os seus. 


40. A pessoa educada não é vulgar em nada: nem no gosto, nem nos vulgares aplausos, mas pessoa de tal inteireza de carácter que nem o meio ambiente ou a rodinha de amigos conseguem fazê-la falar palavrão, mentiras, mal dos outros etc. 


41. Educado é aquele que sabe agradecer, desculpar-se e pedir licença com igual dignidade. E também aceitar um elogio sem falsas modéstias e recusas constrangendo quem quis lhe prestar uma homenagem. 


42. Conviva bem com o defeito dos outros. 


43. A pessoa educada procura ter uma abertura para novas propostas artísticas, novas pessoas. Mas isto não significa admitir como certo as opções que vão contra a própria consciência. Nos referimos antes, aqui, a aquele hábito de alguns jovens que nem sequer experimentam um prato novo porque “não gostam” ( mesmo sem nunca o terem provado). Ou que nunca ouvem outro tipo de música ou não conversam, ( nem fazem força), com pessoas que não são da sua “tribo”.


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