09 julho 2015

Boas Maneiras para Homens: 8a. de 100 Dicas

O homem de boas maneiras evita todo vício como evitaria tomar veneno. A pessoa de boas maneiras foge dos ambientes nos quais a droga, o álcool, os jogos de azar e a luxúria são naturalizados ou valorizados. Não é preciso conhecer essas coisas. 
Não importa o que diz essa mída comercial que para vender apresenta o erro como acerto, a necessidade de ambientes sadios e puros como algo ultrapassado e a depravação como moda. Ou os jogos e quaisquer outros vícios como emancipação de repressões pessoais. 
É especialmente idiota não ter um critério de vida bem fundamentado e viver consumindo depravações ao sabor das pressões dos amigos, dos lobbys de consumo ou ideologias corrompidas como o extremismo do laico que é o laicismo pelo qual o mais básico bom senso é relativizado e de repente, as mais baixas depravações passam ser tema de video games e seriados ou  experiência pessoal a ser valorizada. Não acredite nisso. Evite o amigo que o desafia a ter conhecido uma droga ou algum lugar de depravação. 
Não é preciso conhecer o mal para saber que ele existe, assim não é necessário conhecer toda forma de corrupção para ser experto. Há muita perda de tempo, desvio de caráter e perda de sentido e corrupção por essa naturalização do erro que existe hoje em dia.
É melhor ser ignorante em corrupção, vícios e depravações de qualquer tipo. O que o tornará bom não é esse tipo de experiência, mas horas e horas de estudo e trabalho sério realizado com retidão de intenção e de forma competente.
Acabo de chegar de comprar o pão: quentinho e cheiroso. Aproveitei o ar fresco da manhã e já "vi o dia", Triste foi ver às 6 horas da manhã, no meio da semana, o bar que deveria estar servindo médias com café com leite, cheio de jovens, homens e mulheres tomando chopp e comendo pizza absolutamente embriagados. Como são patéticas os jovens bêbados! As mulheres bêbadas parecem especialmente desgastadas. Uma tragédia cotidiana!
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "