07 julho 2015

Boas Maneiras para Homens: 7a. de 100 Dicas

O homem de boas maneiras se reconhece em grande medida pelo que ele fala. E a primeira regra sobre o falar do homem de boas maneiras é que o que ele diz é sempre verdade. Esta é a suprema regra.
Muitos outros detalhes vão moldando a fala do homem de boas maneiras como ajustar o assunto e o modo de falar conforme a audiência: com os idosos de uma maneira, com as crianças de outra, entre outros detalhes. 
Mas se a primeira condição de boas maneiras é falar sempre a verdade isso não significa dizer tudo o que se sabe porque isso seria mera idiotice. Nem se deve anunciar a própria verdade  a toda hora, para todas as pessoas. Mas o que o homem de boas maneiras deve dizer é o que ele acredita ser verdade. Isto constrói a ele e a vida à sua volta. 
Assim a  7a. de 100 Dicas de boas maneiras para os homens é que ele sabe, fala e se pauta pela verdade. Portanto seu discurso jamais viola a regra numero um de qualquer pessoa educada de dizer a verdade. O que não quer dizer sair por aí julgando os outros, anunciando a sua verdade, nem falando e se justificando por tudo. Isto mais facilmente é querer exaltar-se pelo anúncio de suas virtudes o que é estupenda idiotice.
As pessoas aduladoras e maledicentes são sempre mal educadas porque falam o que pensam que vai agradar aos poderosos ou colocá-las em evidência pelas maledicências. São na verdade pessoas corrompidas exatamente porque não vivem na verdade. E, por não se pautarem pelo que é verdadeiro, acabam se perdendo e ao invés de ganhar beneces do poder ou atenção dos demais acabam sendo exploradas e desprezadas.

"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "