10 março 2015

Boas Maneiras e o Vestir-se Bem

Para saber como se vestir bem, a primeira coisa a fazer é conhecer-se. Fazer um inventário sobre as suas próprias características físicas. A partir daí você poderá escolher o que lhe fica melhor e evitar o que não a favorece. Quanto mais você souber menos vai precisar e menos vai gastar.

Meu cabelo está cortado de modo a formar uma moldura adequada ao formato do meu rosto? Se fosse um pouco mais longo seria mais feminino? Se meu cabelo estivesse mais curto poderia parecer mais cheio e mais apropriado ao formato do meu rosto? Se o o escovasse mais regularmente daria um formato mais “vestido” ao meu visual?

Olhando para seu rosto você poderia ter seus traços mais destacados por um pouco de maquiagem?
Estar consciente de como é o seu corpo vai ajudá-la a comprar roupas que se ajustam melhor ao seu biotipo. 


Escreva num papel: altura, peso, cor de cabelo, manequim, os meus pontos fortes e fracos. Nessa mesma folha de papel indique se:
  • Os ombros são largos, estreitos ou caídos, ou bonitos;
  • Se o pescoço é longo, curto ou bonito;
  • Se os braços são gordos, magros ou bonitos;
  • se busto é grande, pequeno ou médio;
  • se a cintura é grossa fina ou normal;
  • se o torso é pequeno ou grande;
  • se o estomago é protuberante;
  • se os quadris são largos, estreitos ou proporcionais à linha do busto;
  • se o bumbum é grande, caído, bonito, pequeno;
  • se as pernas são longas, pequenas ou proporcionais;
  • se as coxas são grossas, finas ou bonitas;
  • se as pernas abaixo dos joelhos são grossas, finas ou normais;
  • se as mãos são pequenas, grandes ou normais.
Uma vez visto como somos fisicamente buscar desenvolver um estilo, preferencialmente simples e não semelhante a de atrizes de novela,  que mostre as linhas gerais do corpo sem insinuações vulgares e a personalidade de quem a usa. Ou seja, tentar esconder gordura ou timidez por uso de roupas largas, desleixadas, querer usar roupa de jovem quando já não o somos, ou utilizar blusas colantes com decotes é sempre contra a melhor projeção de nós mesmas. 

É preciso não esquecer que somos pessoas, pessoas do sexo feminino com um especial gosto pelo belo, o charmoso, o delicado, mas acima de tudo pessoas. Portanto a melhor forma de nos vestirmos é aquela que projeto o que somos como pessoas. (Valores,virtudes, amores)

Nada desnecessário ou que não se harmonize com as suas formas deve ser usado porque não irá projetar o melhor de você. Não devemos ser cabide de roupas e de modismos. Para chegarmos a ser elegantes é preciso sim trabalho, informação dedicação. 

Quanto mais soubermos menos vamos precisar.  Também devemos saber usar as roupas de modo a não parecermos reféns de seus zíper e mal caimento. Uma roupa elegante cai corretamente sobre o corpo valorizando-o de modo que uma calça com excesso de barra caindo sobre o sapato não irá valorizar o seu visual. Simplicidade e propriedade.

A roupa para nos tornar elegantes deve ser comprada mais para valorizar os nossos pontos fortes do que para esconder nossos pontos fracos. Devemos nos sentir extremamente confortáveis em nossas roupas e não reféns de complexos e modas. 

A boa roupa é como uma segunda pele. A pele protege seu corpo e permite todos os seus movimentos. Do mesmo modo a roupa deve seguir seus movimentos e não limita-los. Não use nada apertado. Em frente ao espelho pode parecer ótimo, mas roupa apertada não lhe favorece sobre todos os ângulos. Nunca viu aquelas calças apertadas, por exemplo, no joelho? Com a pessoa sentada se tem a impressão que a perna vai estourar!

As roupas simples em desing e de poucas cores são mais fáceis de combinar com diversos assessórios para servirem a várias ocasiões de modo que se você não tem muitos vestidos para casamento, por exemplo, escolha um modelo simples que possa ser alterado de várias formas pelo diverso uso de assessórios. Mas se você já tem seu básico, pode escolher algo diferente pela cor ou pelos brilhos. Por isso ao ir comprar um vestido não vá pensando “ – Vou ver o que eles tem para me decidir.” Antes verifique o que você precisa. 
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "