27 outubro 2014

20 Dicas de Boas Maneiras A Caminho de

1. Comemos no restaurante, na sala de jantar, na copa, no bar, na lanchonete. Portanto não comemos no quarto, no escritório no carro (exceção em caso de viagem longa), e na rua. A rua não é lugar de comer. 

2. Não suje a rua jogando papéis, restos de comidas no chão. 

3. Não destrua a sinalização, os avisos, as muretas e as plantas. Não piche. Não urine nem escarre na rua. 

4. Em escolas e locais públicos trate todos os objetos com cuidado, disponha dos móveis, por exemplo, para os fins a que se destinam: a cadeira é o local de se sentar e não a mesa ou a mureta com flores. Mesmo que o local em que você está tem serviço de limpeza, isso não significa que você não precisa recolher o papel que deixou cair fora do cesto de papéis. 

5. Nos parques e locais públicos em geral, ceda o lugar nos bancos para os idosos, a vez na fila uma família cheia de crianças, etc. Se pode ser cortês em qualquer lugar. Mesmo que aquela fosse a sua vez não tenha problema em ceder para quem possa estar precisando daquele lugar, ou daquela vez. 

6. Não destrua a grama, os jardins ou os bens do parque. Colabore com as regras e solicitações da administração do parque como a de não dar comida aos animais, ou obedecer horários de funcionamento e lados de acesso a entradas e estacionamentos. Pague sempre a taxa solicitada sem pular cercas, apresentar carteirinhas fajutas e outras "espertezas". Isto também fala de quem você realmente é. 

7. Não é porque você está brincando ou ouvindo música (se distraindo) que está autorizado a incomodar os outros. 

8. Também não ignore totalmente um estranho se ele estiver precisando de ajuda como passar com um carrinho de criança, ou carregando algum embrulho, ajude sempre que puder. Saber receber a cortesia também é de muito bom tom. Agradeça sempre o auxílio recebido. Não o tome por obrigação ou o ignore. 

9. Hoje em dia a desconfiança por medida de segurança é compreensível, mas ver a necessidade dos outros e ignorá-la totalmente é falta de caráter. Nos casos de uma pessoa que esteja correndo perigo ou se estiver sendo molestada ou precisando de alguma ajuda concreta se esconder sob o manto da periculosidade dos dias de hoje e sair de mansinho sem ajudar eximindo-se por comodidade ou covardia ao que é devido é incompatível com ser uma pessoa de caráter. Infelizmente o noticiário tem sido pródigo de abusos e crimes cometidos sob a assistência de transeuntes. A sabedoria católica já apontou igualmente imputáveis não só os pecados cometidos diretamente, por mandato mas também os de "assistência" no qual uma platéia assiste uma injustiça e nada faz. (Veja mais na seção de Religião do Vida em Sociedade) 

10. Ao ver alguém conhecido cumprimente: não finja que não viu, ou abaixe os olhos, ou desvie. Pode ser que em alguma circunstância seja prudente a sua discrição mas não confunda isso com o ignorar pessoas por indiferentismo de uma vida pouco apta a "ver" a necessidade ou sequer a presença dos outros. Ignorar os outros é a suprema descortesia. 

11. Utilize escadas, escadas rolantes dos shoppings, passagens apertadas, ou mesmo as calçadas estreitas sempre pelo seu lado direito. Tanto para subir como para descer. Ceda o corrimão aos idosos, deficientes e mesmo às crianças que devem ser incentivadas, por seus responsáveis a utilizar o corrimão. 

12. No elevador sempre se espera que todas as pessoas saiam para depois começar a entrar. Em qualquer acesso sempre se deixa primeiro sair para depois entrarmos: no ônibus quando for o caso, ou à entrada de uma loja ou banco. O ideal é que o último que sai segure a porta para quem entra. Aí há sempre um agradecimento. Mas ceda a vez se for oportuno: quando se tratar, por exemplo, de uma pessoa idosa, um sacerdote ou uma mulher. Se houver uma fila não é preciso ceder a vez para não atrapalhar o fluxo natural de pessoas. Em resumo, antes de entrar deixe sair. 

13. Em filas ajude: não empurre, não fure e não reclame. Um sorriso nestas horas sempre desagradáveis pode melhorar a vida de alguém num modo que você jamais imaginaria. Esperar iniciar uma conversa com os circunstantes a partir do vômito de reclamações em uma situação já cansativa é o supra-sumo da falta de espelho. Reclamar de mau serviço sim, mas propriamente, a quem de direito, o que geralmente esses queixosos jamais fazem, esquecem tudo logo após serem atendidos porque não vêem senão a si mesmos. 

14. Para passar peça licença. 

15. Se for o caso não seja o primeiro a entrar, deixe as pessoas mais velhas passarem à sua frente. Ao entrar em casa seja amável e tenha sempre um sorriso, não entre com a mão nos bolsos ou com cara de má vontade. 

16. Sempre que puder ajude uma pessoa que tropeça, escorrega ou deixa cair alguma coisa. 

17. Para pedir uma informação diga "Desculpe, por favor, pode me informar. 

18. Não se assobia em lugares fechados, nem se canta na fila. Colabore para a tranqüilidade de todos. Repare se a conversa que você vai iniciar para passar o tempo na fila está ou não sendo bem recebida. Se não estiver, respeite e não insista. 

19. Não devemos pentear os cabelos, lixar as unhas em público, muito menos na Missa, na Igreja, no velório. Nem no ônibus, nem no restaurante. O cuidado pessoal dever ser feito em local e condições apropriadas a higiene. Se feitos em casa não o faça na presença de outros indiscriminadamente ou na sala onde outros estejam fazendo seus trabalhos. Prefira o banheiro ou vá ao salão de beleza. 

20. Nas calçadas e acessos aos lugares, devemos dar sempre a preferência para passar às mulheres, aos idosos, às mães com bebes.
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "