09 setembro 2014

Você Sabe se Comportar Bem em Público?


  1. Obedeça aos sinais de trânsito, as regras do clube, as instruções da biblioteca, etc.Ou seja, a pessoa de boas maneiras deve conhecer e obedecer a legislação e as normas dos recintos que mais frequentam e jamais querer exceção ou tratamento diferencial por se crer superior, ou por malandragem. 
  2. Nem pensar em fumar se é proibido, ou desrespeitar a quantidade de passageiros indicada no elevador, etc. 
  3. A pessoa de boas maneiras sabe esperar a sua vez na fila sem trejeitos ou queixas de impaciência infantil. Por educação e boas maneiras devemos respeitar o tempo que o outro leva para pagar as compras na nossa frente, o tempo que leva para usar o caixa automático, etc e não o intimida ou a um idoso com sua impaciência. 
  4. Não acenda cigarros ou charutos sem pedir licença em lugar algum. 
  5. Do mesmo modo não faz o que pode incomodar aqueles com os quais compartilhamos um espaço, um objeto. Por exemplo, não se ligam rádios em transportes, públicos, nem se desliga a televisão sem antes perguntar a quem mais está assistindo se pode desligar ou mudar de canal, etc. Enxergar o espaço como sendo não apenas nosso, mas compartilhado com os demais é providencial para evitar mal entendidos. 
  6. Se infringiu a lei, pague sem querer tratamento diferenciado ou sem contar com corrupção ou amizade política para fugir das obrigações. 
  7. Não aspirar ruidosamente o muco do nariz para o fundo da garganta e engolir. Jamais. Não escarrar na pia do banheiro nenhum fluxo orgânicos deve se deixar para outros verem, assoar o nariz e ou recolher todas as secreções e lançar o papel usado no vaso e dar descarga. Ter sempre lenços à mão no caso de corizas e gripes. 
  8. Não se come na rua. 
  9. Em lugares públicos evitam-se as expansões pessoais: beijos de namoro, discussões, risadas, trejeitos 
  10. Não grite, não fale palavrão em hipótese alguma, nem gírias de qualquer espécie. 
  11. Não fale ao celular em lugares cheios, cerimônias religiosas, restaurantes lotados, salas de aula, etc. 
  12. Guarda o mau humor para si. 
  13. Se uma porta estiver fechada, ou mesmo encostada, bata antes de entrar. 
  14. Na vida em sociedade não devemos nos fixar nos defeitos das outras pessoas mas antes cuidar dos nossos. Devemos evitar buscar o que morder ou criticar nos outros e antes ver as qualidades nos outros e cuidar de melhorar nos nossos defeitos.
  15. De quem você pensa ou fala mal? Não faça mais isso. Antes avalie em oração que sentimentos o movem a fazer isso e procure resolver esses problemas. Pessoas felizes são as que rezam e que jogam fora mágoas e ressentimentos. Evite ser dessas pessoas que estão sempre dispostas a acusar os demais, criticar os lugares e instituições. Procure falar de coisas boas porque se interessa normalmente por elas.
  16. Em família devemos cortar ainda em semente esses hábitos de críticas, julgamentos, modos ríspidos e desculpas que autorizam comportamentos errados ou preguiçosos porque desse modo extraímos pela raiz os grandes problemas familiares que sempre começam por essas miudezas cotidianas de falta de respeito e excesso de "expansão" de egos muito grandes e descontrolados.
  17. Na alma que reza há sempre uma luz de caridade e, portanto, há sempre um vivo, e decidido propósito de perdoar, não temer sofrer, ajudar e uma constante preferência pelos atos bons ao invés de criticar, reclamar, etc.
  18. Formar a consciência, para evitar viver a vida sob o signo dos defeitos como as críticas tema desta postagem, significa descobrir a luz que deve guiar nossa vida. Você procura formar sua consciência e os valores pelos quais pretende conduzir sua vida e família? Fale com o seu diretor espiritual sobre isto. Procure a sua paróquia.
  19. Nunca apontamos o dedo para as pessoas. Em hipótese alguma. Se o apontarem para você pode dizer “ – Vire para lá que pode estar carregado., saindo assim com graça.
  20. Não mandamos lembranças a alguma pessoa inferior por pessoa superior.
  21. Preferencialmente não chamar para falar à parte tirando alguém de uma conversa. Se isso for necessário dê uma explicação aos demais presentes.
  22. Não dar opinião sem que nos perguntem ou que haja razão para fazê-lo.
  23. Não fazer repetir uma história ou parte dela porque não a ouviu.
  24. Não contraditemos facilmente o pensamento do outro nem defenderemos obstinadamente nossos pensamentos.
  25. Não gesticularemos enquanto estivermos falando.
  26. Nunca comparar o mérito de duas pessoas estando apenas uma delas presente.
  27. Não demonstrar descrença numa história (se não for assunto importante) para não chamar de mentiroso o narrador.
  28. Quando chegar a vez de outro falar não se lê nem se falar ao celular. Se for necessário, peça licença e retire-se para um canto onde não atrapalhe o andamento da conversa, refeição ou reunião. Não se impede que os outros continuem o que estavam fazendo para esperarem você terminar de falar ao telefone. Não se atende telefone celular na Missa. Sai sempre para que sua conversa ao celular não atrapalhe os outros nem você tenha sua privacidade publicada entre os demais presentes. Mesmo que você pense que pode falar baixinho e dar um recado rápido faça isso longe dos outros, procure apartar-se para que seu telefonema não atrapalhe os outros.
  29. Agradeça, desculpe-se e peça licença com igual dignidade. 
  30. Aceite um elogio sem falsas modéstias e recusas constrangendo quem quis lhe prestar uma homenagem. 
  31. A pessoa educada não é vulgar: nem no gosto, nem nos vulgares aplausos, mas pessoa de tal inteireza de caráter que nem o meio ambiente ou a rodinha de amigos conseguem fazê-la falar palavrão, mentiras, mal dos outros etc. 
  32. Conviva bem com o defeito dos outros. 
  33. Bom dia!, Perdão! Desculpe, com prazer, obrigado, não há de que, por favor, Bom dia, noite. Sempre. Com todos. Com pai e mãe inclusive. 
  34. O mais "velho" ou o hierarquicamente superior é respeitado na vida cotidiana pelos pequenos detalhes: não faça sua mãe apanhar um copo de água para você mas apanhe você para ela. 
  35. Fale baixo, mas não inaudível. Nunca fale alto. Não fale de boca cheia. Espirros, bocejos cubra com um lenço. Não os remarque se alguém os fizer à mesa. Não palite os dentes na mesa. 
  36. Não comente aspectos íntimos como assunto de conversa. ("- Estou apertado!", por exemplo). 
  37. Não interrompa as conversas. Não dê respostas inconvenientes ou faça "brincadeirinhas" que desdenham dos outros. Não ignore a necessidade e os interesses, de quem está à sua volta. 
  38. Ao discordar de alguém ou reprovar alguma coisa não seja antipático. Não demonstre má vontade, ou faça caras de tédio e desinteresse, ou sons de deboche. 
  39. Evitar espreguiçamentos, gestos de descaso e falatórios inúteis durante a aula. Veja se sua "reprovação" não está ligada a uma vontade de valorizar-se a custa de desqualificar ou diminuir o que está à sua volta. 
  40. Evitar o falar excessivamente dos próprios interesses e assuntos. 
  41. Nas coisas simples não ser medíocre: não reclame de ter que tomar banho, o tempo quente ou frio, etc. Na verdade, as pessoas realmente elegantes evitam ser pesadas aos outros com queixas desnecessárias de qualquer espécie. 
  42. Evitar, na conversa, a promoção de uma verdadeira obsessão por piadas, risos, tragédias ou monopolizar uma conversa com um tema de nosso exclusivo interesse abusando assim da generosidade de quem nos ouve. 
  43. A pessoa educada procura ter uma abertura para novas propostas artísticas, novas pessoas. Mas isto não significa admitir como certo as opções que vão contra a própria consciência. 
  44. FALAR BAIXO. Não mais baixo ainda. 
  45. Não bocejar ou espreguiçar-se em público. 
  46. Não fazer a primeira reclamação de um problema já com tom de crítica, deboche, mas procurar a solução e não a exaltação de sua pessoa pelo acerto de sua verdade, ou direito. 
  47. Não coçar-se. 
  48. Não palitar os dentes na frente de outras pessoas. 
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "