27 julho 2017

Educação e Boas Maneiras nas Apresentações Sociais: 33 Dicas


Como Sair-se bem nas Apresentações Sociais

  1. No caso de apresentarmos a uma celebridade alguma pessoa, não mencionamos o nome da celebridade na suposição de que já seja conhecida e somente dizemos o nome da pessoa que estamos apresentando à celebridade. 
  2. A questão das Boas Maneiras na Vida em Sociedade não é de seguir regras, pelas regras. A verdadeira cortesia que deve estar expressa nas nossas boas maneiras são sempre decorrentes dos nossos valores que nas apresentações sociais revestem a atenção que damos aos outros de sincera, atenciosa cortesia. 
  3. Quando apresentado a alguém dê atenção, jamais demonstre ligeireza, desdém ou desinteresse. 
  4. Sempre que nos dirigirmos às pessoas mais idosas, devemos tratá-las respeitosamente por senhor, senhoras. Porém, com sincera delicadeza para não fazer, do uso dessas expressões, meios de discriminação por idade. 
  5. Para chamar à uma pessoa, ou ao se dirigir a alguém, jamais utilize termos genéricos como "querida", "moço", "mocinha", "gata", "garota", etc. São sempre carregados de soberba e, portanto, pouco polidos. 
  6. Socialmente só usamos os títulos dos militares nos casos dos cargos mais altos: Exército e aeronáutica: de Marechal a capitão. Na Marinha no caso dos títulos de Almirante e Comandante. Títulos de profissão devem ser sempre utilizados: Dr. Oliveira, etc. 
  7. Aos estranhos preferir chamar pela sua profissão: a quem serve a mesa por "garçom", motorista, por motorista, mas atendentes de balcão por senhor, ou senhorita, ou senhora. Mais informalmente de moço ou moça no caso de atendentes de balcão. Jamais se chama quem quer que seja por psiu ou com apelidos jocosos ou depreciativos. 
  8. Não se anuncia nunca o "ex" para nada: ex-presidente, ex-marido, etc. 
  9. O aperto de mão funciona como uma demonstração de estima e confiança, por isso parte da pessoa mais idosa ou de maior cerimônia 
  10. Desde a antiguidade o aperto de mão é símbolo de um pacto de paz e amizade. Nos casamentos na Índia significa o aperto de mão significa o enlace dos corações. Entre os gregos era símbolo máximo de amizade. Hoje é mais sinal de delicadeza e respeito, por isso recusá-lo é uma grosseria. Franqueza, simpatia e lealdade devem adornar este gesto. A moleza no aperto de mão dá essa sensação de desatenção e descortesia. O temperamento pode fazer variar a freqüência com que se dá a mão em cumprimento: a pessoa expansiva vai dar a mão mais freqüentemente que uma pessoa mais austera. Mas vale confirmar que é muito rude negar uma mão estendida, mas não o é não estender a sua se isso não significar deixar de cumprimentar, mas apenas de que a aproximação é ainda mais reservada. 
  11. Apertam-se as mãos bem entrelaçadas, preferencialmente com um sorriso e uma abertura real para o outro. Diz-se “ – Como vai, sr. Antônio?”, de preferência significando isso. A pessoa cumprimenta de volta: pode ser o mesmo “ – Como vai?”, ou começa entabulando uma conversa de forma amigável como “ – Eu já tinha lido os seus livros.” Não se diz “ encantado” ou “ muito prazer em conhecê-lo”, nem repete-se o nome que se acabou de ouvir como se estivesse querendo decorá-lo. A elegância passa pela verdade e estas frases caíram em descrédito por já não significarem isso. 
  12. Não balançar a mão que apertamos. 
  13. Apresenta-se o marido ou esposa sem títulos, mas acusa-se o grau de parentesco. " - Pedro, quero que conheça meu marido Antônio Almeida." Nunca " – Senhor Antônio ou doutor Antônio. 
  14. Uma criança sempre utiliza o título para dirigir-se a quem foi apresentado. 
  15. Quando um jovem é apresentado a uma pessoa mais velha ou de mais alto nível hierárquico é mais polido incluir o título: senhor, senhora. "Pedrinho, venha conhecer a senhora "Anna." 
  16. Uma senhora não deve perguntar pela saúde de um cavalheiro, mas é delicado lembrar as pessoas da família deste com frases: "Como vai sua esposa?" 
  17. A senhora levanta-se para receber convidados caso seja ela a anfitriã. Para cumprimentar o dono da casa seja ela visita. Para receber cumprimento de outra senhora mais idosa, para homenagear chefe de Estado, príncipe de sangue ou da Igreja. 
  18. Entre senhoras a mais jovem é apresentada à mais velha. Devemos ter sempre deferência com a idade e dizer "– Dona Glória, esta é a Isaurinha." Entre homens este detalhe pode ser dispensado. 
  19. Uma senhora não oferece a mão em primeiro lugar a um padre, nem a altas personalidades e muito menos ao presidente da República. O superior oferece a mão ao inferior. O mais velho ao mais moço, uma senhora a um cavalheiro. Um senhor idoso pode estender a mão em primeiro lugar a uma jovem e mesmo a uma senhora ainda jovem. 
  20. As meninas devem evitar estender a mão em primeiro lugar aos homens e às senhoras. 
  21. O homem sempre diz minha esposa ou minha mulher, mas não diz minha senhora. 
  22. O homem apresentado a outro homem age com naturalidade se levantando e estendendo a mão para o aperto de cumprimento. O homem cumprimenta a mulher primeiramente quando a encontra na rua. À mulher cabe estender ou não a mão. À mulher cabe também decidir se quer ou não entabular uma conversa com o homem e este espera que ela diga qualquer coisa após o cumprimento, aceitando que tudo fique no simples boa tarde, se for esta a escolha da mulher. 
  23. Um homem sempre se levanta e se inclina ao ser apresentado a uma senhora. Não toma a iniciativa de estender a mão. Se ela o faz, ele não corresponde ao gesto sem antes inclinar-se ligeiramente. 
  24. É muito elegante que os homens se levantem ao serem apresentados a alguém, seja homem ou mulher. Os militares homens tirar o quepe quando cumprimentam senhoras. 
  25. Entrando numa sala o homem inclina-se para a dona da casa sem afetação e em sinal de deferência. O dono da casa inclina-se respeitosamente para cumprimentá-las, como se fosse recebido em casa delas. Quando se apresenta um cavalheiro a uma senhora, o homem levanta-se e inclina amavelmente a cabeça, mas a senhora permanece sentada. 
  26. O homem tem o dever de cumprimentar uma mulher de forma respeitosa. 
  27. A reverência do homem à mulher à distância é sempre mais distinto, cabe à mulher estender à mão ao homem. Antigamente a mulher não dava mão ao homem, só um aceno. Não precisamos chegar a tanto, mas a verdade que é continuam existindo pessoas boas e más e sempre cabe o não dar intimidade à pessoas mal educadas, mal intencionadas, etc.por excessos de liberdade logo ao cumprimentar. 
  28. Sempre que nos dirigirmos à pessoas mais idosas, devemos tratá-las respeitosa e atenciosamente por senhor, senhoras, porém com delicadeza para não fazer dessas expressões meios de discriminação, por fazê-las notar que estão sendo assim tratadas por causa da idade. A cortesia é sempre respeitosa e sincera, atenciosa e considerada. 
  29. Termos genéricos como “querida”, “moço”, “ mocinha” e outros são também pouco polidos. 
  30. Socialmente só usamos os títulos militares nos casos dos mais altos cargos: Exército e aeronáutica: de Marechal à capitão. Na marinha Almirante e às demais altas patentes de Comandante. Títulos de profissão devem ser sempre utilizados: capitão Luiz Barros, Dr. Oliveira, etc. 
  31. Aos estranhos preferir chamar pela sua profissão: garçom, por garçom, motorista, por motorista, mas atendentes de balcão por senhor, ou senhorita. 
  32. Não se anuncia nunca o “ex” para nada: ex-presidente, ex-marido, etc. 
  33. Não se deve subestimar a importância de uma apresentação. Devemos nos esforçar para apresentarmos pessoas que tem a ver que sejam apresentadas e fazê-lo sem superficialidade e displicência, mas aceitando a responsabilidade de apresentar uma pessoa à outra. Pergunte-se se será agradável para uma e outra que se conheçam. Antigamente só se apresentava um homem à uma mulher quando havia a permissão dela para isso. Talvez devêssemos ter o mesmo cuidado hoje para evitar de apresentar pessoas inconvenientes, abusadas, que usam drogas, etc. para pessoas de nossa família ou amigos. 
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "