06 setembro 2014

Como Receber Deficientes Visuais à Mesa


Um bom anfitrião deve receber bem todos os seus convidados e cuidar para que todos, não importam as suas particularidades estejam bem instalados. Isso significa cuidar, na medida do possível de suas necessidades especiais. No caso dos deficientes visuais vale lembrar as seguintes regrinhas.

Regrinhas para Receber Bem à Mesa os Deficientes Visuais


  • Dê preferência a tolhas e louças contrastantes: Por exemplo, pratos azuis sobre toalhas brancas. 
  • Coloque o guardanapo no centro do prato para ajudar a iluminar o espaço. 
  • Prefira copos que não tenham pé alto. 
  • Siga rigorosamente as normas de colocação dos pratos à mesa: faca e colher à direita, etc. seguindo exatamente o que vai ser servido. Isso irá facilitar a desenvoltura do deficiente visual na mesa. 
  • Quando ele se vai sentar à mesa devemos dar uma explicação geral que o ajude a se localizar. Tudo com muita naturalidade como quem apresenta alguém ou faz uma "propaganda" que serviria para todos: " - Vamos agora entrar na sala grande de jantar. Fulano, ela tem quatro por cinco metros com uma mesa retangular com oito lugares servidos e você se sentará ao centro com o Dr. João à sua direita e eu à sua esquerda. À frente terá senhora Maria e travessas, muitas travessas de delícias..." Nada de indicar como se a pessoa fosse deficiente de entendimento. 
  • Ilumine com lâmpadas mais fortes a mesa. 

"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "