16 setembro 2014

22 Dicas de Boas Maneiras para as Crianças

  1. Evite as más companhias.
  2. Não seja objeto de ladainhas: não ponha o dedo no nariz, não roa a unha, não grite, sente-se direito, vá tomar banho, etc.
  3. Não seja exigente ao pedir dinheiro a seus pais: quando conseguir boas notas ou fizer um serviço. É sempre uma satisfação fazer as coisas bem feitas.
  4. Brinque, estude, leia ou trabalhe no local da casa onde não incomode os outros ou onde possa estragar os móveis ou o programa de diversão, (TV, rádio), dos outros.
  5. Os idosos precisam de mais atenção. Dê o braço para subir ou descer as escadas. Devemos demonstrar Interesse pelas suas histórias ainda que repetidas, (quando você era pequeno ele tinha paciência com sua necessidade de repetir histórias, por exemplo.). Visite-os, converse com eles, evite ruídos que os possam perturbar. Não os critiquem, tenham paciência com as suas repetições, inabilidades e achaques. Faça coisas como: uma almofada para as costas, uma luz especial, etc. Enfim pelos detalhes é que se ama verdadeiramente. Ser cuidadoso no modo de falar, evitar expressões que possam ser desagradáveis a eles como gírias.
  6. Palavrões e grosserias já não existem no seu vocabulário, certo?
  7. Trate professores, chefes, encarregados e empregados com amabilidade. Em sala levante o braço, no trabalho marque um encontro, se for queixar-se não se esqueça de elogiar algo de bom primeiro para depois pedir o que lhe convém. Em sala de aula pergunte, participe, mas não monopolize o professor com um assunto seu para não o impor aos outros em detrimento da matéria. Estão todos ali por um motivo específico que deve ser respeitado.
  8. Por falar em sala de aula lembre-se de o melhor lugar para guardar a matéria é na cabeça e não nos cadernos.
  9. Não ridicularize as outras pessoas por causa de nomes, apelidos, maneiras de vestir. Mesmo que todos entrem num processo coletivo de risadas. Faça a coisa certa e manifeste-se contra o abuso sobre os mais fracos. O certo é não diminuir ninguém, nunca, por nada.
  10. Se alguma pessoa não tem a mesma habilidade que você, num jogo num ofício ajude-os a se sentir a vontade a que não sejam marginalizados.
  11. Não forme patotinhas num grupo maior. Seja um bom colega de todos.
  12. Se alguém foi penalizado por um erro que foi seu, diga-o imediatamente.
  13. Ceda a vez numa calçada estreita para uma senhora com criança, idoso, etc. Ceda o lugar no ônibus para idosos, mulheres grávidas ou com crianças pequenas. Ofereça seu lugar prontamente sem titubear.
  14. Preste pequenos serviços em casa ou com os amigos e familiares.
  15. Quando tiver que se locomover de um local para outro na sua escola, num clube, ou mesmo na rua, não o faça correndo, assobiando ou chamando atenção.
  16. Já desde criança e por toda a adolescência, vá praticando para não virar uma "pipoca": quer tudo, quer mexer em tudo, quer falar sem parar, quer saber tudo sem ouvir realmente sobre nada, etc. É geralmente sintoma de frivolidade e falta de critério.
  17. Temperar a imaginação fazendo o que devemos fazer a cada momento para não criar falsas alegrias.
  18. Do mesmo modo fugir de medos e tristezas fabricados pela imaginação geralmente fabricados por preguiça de se fazer o que se deve.
  19. Fugir do menor mal porque atrás dele vêm os outros.
  20. Evitar qualquer forma de dependência cultivada no cotidiano como consolação: consumo de álcool, cigarros, refrigerantes, alimentos fast food, televisão, doces, chocolates, etc., a ponto de não poder viver sem eles.
  21. Evitar drogas de qualquer tipo. Faça como se a droga (e quem a ofereceu) fossem uma cobra, ou um cachorro bravo, ou um carro em alta velocidade: saia de perto, correndo.
  22. Não esperar demais dos outros e dos amigos.
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "