30 agosto 2014

Como sempre se Divertir com Boas Maneiras?

Uma pessoa educada, mesmo quando se diverte conserva as boas maneiras

Na vida em Sociedade, devemos nos divertir com atividades boas e não com vícios ou más ações. As atividades boas são muitas e levam ao desenvolvimento de habilidades, a descobrir boas companhias e trazem satisfação à alma em mínimos prazeres. 

Não se engane quanto à natureza de sua recreação. Mantenha sempre viva a voz da sua consciência que é um sopro do amor divino evitando negar, compactuar, incentivar degenerações de qualquer espécie.

É uma questão de ordem haver um tempo para cada coisa: um tempo para trabalhar; para agir socialmente; etc e um tempo para divertir-se.

É um pouco soberba não poder ouvir a expansão moderada do outro. Não seja crítico fácil e muito menos preconceituoso. 

Divertir-se mas não perder-se: O que é importante considerar em toda diversão é que ela não incite a nenhuma perda de densidade humana e cristã porque leve o homen a portar-se guiado e estimulado pela gula; pela sensualidade ou por um espírito de procura inebriante de excitamento que o torne um joguete e não um ser humano no sentido mais nobre do termo ou seja feito à imagem e semelhança de Deus. 

Basta já que a luta constante por adquirir virtudes e santificar-se já não conte nos momentos de diversão com um afundar-se nos instintos mais animais o que não pede a exclusão da diversão o que também não é humano.

Portanto para divertir-se é preciso conservar e seguir o que determina a lei moral. A vulgaridade; a expansão de instintos animalescos por ocasião da suposta “diversão” levam a uma corrupção da personalidade e não a diversão sadia que mantém o homem capaz de divertir-se cada vez mais mesmo com a mais singela das piadas.

"Os pais tem o dever de promover uma diversão saudável para a família com o mesmo empenho que e preocupam com a necessidade de estudos dos filhos. Além de evitar o que é indesejável para o bom desenvolvimento como pessoa humana no que se refere à diversão; também é preciso evitar esses ambientes em que se estimula o consumo de produtos e a modelagem de pessoas de forma padronizada; esses ambientes barulhentos e alienantes que promovem como diversão a massificação e o consumismo e impedem o relaxamento implícito na ideia de diversão que é um sair de si mesmo para voltar como que recuperado; o pode distorcer o desenvolvimento das personalidades que certamente deixariam de ser mais ricas; profundas e maduras. 

É preciso que se saia desse dilema fácil em que as diversões são vistas como “piegas ou pagãs” 
( Caminho, São Josemaría Escrivá - O Santo da Vida Cotidiana)
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "