24 julho 2014

Educação ao Cumprimentar 8 Dicas



  1. O cumprimento na rua pode ser uma leve saudação sem palavras: um gesto simples, um sorriso.
  2. Ao cumprimentar não jogue palavras sem significado no ar como “ alô”, ou mesmo “ – Como vai?” se não significa isso. Procure cumprimentar com atenção, com doação. 
  3. Quando encontramos com nossos empregados na rua, é nosso dever cumprimenta-los em primeiro lugar. Não é necessário maiores deferências, mas cumprimente primeiro.
  4. Os clientes de cabeleireiros, manicures e prestadores de serviço em geral devem ser cumprimentados assim que se entra no salão. Quem chega é quem cumprimenta primeiro. 
  5. Quando os convidados se vêem obrigados a se auto-apresentar enunciam seu nome e sobrenome mas não falam seus títulos. 
  6. As auto-apresentações não são uma “licença” para invadir o espaço alheio. O objetivo é entabular uma conversação e não depositar todas as carências no colo dos outros de modo descontrolado. 
  7. Não se dizem coisas íntimas, engraçadas e muito menos zombarias na hora das apresentações.
  8. Quando chegar a casa de alguém e reconhecer uma empregada ou enfermeira, cumprimente-a propriamente: “ – Boa noite, Fernanda.”  O que seria inapropriado seria estabelecer um grau de familiaridade excessiva. 
  9. Aliás com qualquer pessoa que não conhecemos bem é inapropriado, nesses primeiros contatos sociais, cumprimentar com excessiva familiaridade. 
  10. Numa roda de amigos, comemorando alguma coisa, é normal haver um grau de expansão mais “ entusiasmado” se for o caso, mas ainda aqui isto não é licença para grosserias, vulgaridades ou zombarias. Ser liberal demais com estranhos é passar recibo de superficialidade e ou vulgaridade. 
  11. Cumprimente sempre todos os seus familiares ao levantar-se e ao deitar-se e também ao sair e entrar em casa. 
  12. Lembre-se sempre de quando se dirigir a alguém de primeiro cumprimentá-lo. E não importa por que meio esteja se dirigindo a alguém: seja por e-mail, carta, secretária eletrônica, etc. cumprimente o destinatário primeiro. 
  13. As cartas comerciais requerem mais formalismo mas nem por isso nosso relacionamento deve ser exclusivamente comercial cabendo, oportunamente, uma demonstração de interesse pela pessoa com quem estamos negociando.
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "