07 julho 2014

Boas Maneiras à Mesa: 3 Dicas Importantes


Quando alguém lhe disser alguma coisa à mesa preste atenção, mas termine de engolir para não falar de boca cheia.

Se surgir alguma discussão à mesa procure não polemizar ou aumentar o calor da briga, nem responda em voz alta, ou bata na mesa. Se for necessário dizer alguma coisa faça-o com bons modos.

Não se senta à mesa antes do dono da casa e cabe a este desdobrar o guardanapo e começar a comer primeiro. Mas ele deve dizer a todos os convidados para começarem a se servirem tão logo se sente. Deve “liberar” o início da comida tão logo se sente. Isto é especialmente importante porque às vezes os pratos já estão servidos e podem esfriar se todos esperarem até o último convidado ser servido.

Isto é importante não como um “rigorismo” ou uma “reverência” exagerada ao dono da casa, ou anfitrião, que às vezes é mesmo pessoa de cerimônia como um padre, ou se estamos num evento formal ou, ainda, se se trata claramente de refeição em honra de um homenageado.

Situações em que se começa a comer antes “da festa começar” – o que é colocado exatamente pelo anfitrião quando ele começa a se servir ou libera para que todos se sirvam - seria não comungar do mesmo momento. Porque as refeições são essencialmente isso, comunhão. Ser não fosse assim, as refeições seriam um saciar-se apenas. O que é próprio dos instintos animais e não da pessoa enquanto ser humano livre, capaz de escolher como conduzir-se. Nos dias de hoje em que muitos individualistas ou aquelas pessoas que vivem correndo é preciso lembrar a importância da comunhão, de estar juntos, de ouvir os demais. 
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "