06 julho 2014

8 Dicas Boas Maneiras Apresentações Sociais


Apresentações Sociais: Quem apresenta quem a quem 

  1. Apresenta-se uma pessoa isolada a um grupo.
  2. As crianças são as únicas que são apresentadas pelo pré-nome. Mas em situações mais formais, como no caso de um empregado da casa para com as crianças usa-se o termo "menino" João, "menina Maria", ao invés do simples pré-nome. Um pouco de formalidade com as crianças deve ser uma forma de proteção à pureza infantil de modos e interferências diferentes daquele que gostaríamos que nossos filhos convivessem e não formas de elitismo. 
  3. Inclua sempre o nome e o sobrenome ao fazer a apresentação. 
  4. Os homens são geralmente apresentados às mulheres. ( Mulheres são mais importantes socialmente porque nelas se honram todos os valores humanos.). Mesmo que haja uma certa informalidade esta é uma referência que dá parâmetro. Mulheres: saibam sempre o seu lugar e exijam o respeito que lhes é devido. Não aceitem cumprimentos indecorosos ou descortesias, nunca. Corte na hora. Seja do porteiro com a empregada doméstica, do diretor com a recepcionista, do colega de informática ou chefe que está procurando desqualificar a mulher. Exija sempre respeito a partir já da forma de cumprimentar. 
  5. Aos nossos amigos saudamos com "bom dia", "boa tarde", ou "- Como vai?" expressos com naturalidade e cortesia. Gírias devem ser evitadas como forma de simpatia porque são invasivas e superficiais porque clichês. 
  6. Valem as expressões "-Que prazer em vê-lo!", "- O que você tem feito ultimamente.", "-Há quanto tempo não o via!, etc. Despedir com "-Até logo.", "-Adeus.", "-Até amanhã.", mas nada de by by, au revoir, nem trejeitos de corpo e exageros que parecem dizer "olhe para mim ao invés de expressar alegria por quem se encontra. 
  7. Apresenta-se um casal a uma só pessoa. 
  8. Onde os sexos são iguais sempre se apresenta o inferior ao superior. 
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "