12 dezembro 2013

Boas Maneiras e o Que Evitar



  1. Roçar-se nas outras pessoas, acotovelá-las, incomodá-las, ignorá-las ou mostrar de algum modo que você não tem consideração por elas. 
  2. Não pedir desculpa, todas as vezes que pisares alguém, ou deres algum encontrão, ou por qualquer forma incomodares os outros. Ou seja, peça desculpa sempre que: atrasar alguém, precisar passar, não viu alguma coisa, incomodou com embrulhos, guarda-chuvas, etc.
  3. Ficar parado nas esquinas, nas portas das lojas ou das Igrejas olhando quem passa. É prova de frivolidade e beira a insolência. 
  4. Fazer parar as pessoas conhecidas no meio da rua de tal modo que impeçamos a livre passagem dos demais. Quando encontrarmos alguém a quem desejamos falar, devemos desviar-nos para um dos lados da rua para deixar a passagem livre. 
  5. Impedir a livre circulação nas saídas de elevadores, ônibus, às portas dos vagões, nas estações, nas calçadas estreitas. É prova maior de boas maneiras nos lembrarmos dos direitos e conveniências alheias. 
  6. Ter pressa em fazer apresentações. Devemos primeiro certificar-nos se as pessoas desejam ser apresentadas umas às outras. 
  7. Fazer parar uma pessoa conhecida, que a vemos ocupada, exceto se você tiver alguma coisa importante para dizer-lhe.
  8. Jamais empurre as senhoras e as crianças, os homens mais idosos ou mais fracos para entrar num divertimento qualquer. Se numa ocasião dessas, em conseqüência duma delicada concessão, um homem perder o seu lugar, deve ficar com a consolação de valer mais que os outros. 
  9. Ocupar mais espaço do que o permitido na preocupação dos pais, no tempo de um atendente, na paciência de uma manicure, de uma empregada doméstica, de enfermeira, de um jovem que foi visitar a avó ou a tia solteirona, assim como não se deve ocupar espaço demais num restaurante, ônibus, trem, etc. 
  10. Mentir, asseverando que não há lugar, com o propósito de desviar a concorrência dos outros e ficar mais à vontade. 
  11. Não saímos quando alguém está falando. Esperamos a homilia acabar, o discurso, a palavra de quem estava falando e antes que a reunião continue, ou que a palavra seja dada a outra pessoa informamos nossa necessidade de sair.
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "