13 setembro 2013

Boas Maneiras e o Círculo Familiar


As boas maneiras devem ser utilizadas no círculo familiar e não apenas na vida em sociedade. O marido deve fazer as gentilezas com a esposa que serviram para conquistá-la ou outras como carregar um embrulho, abrir uma porta para ela passar.

Do mesmo modo a esposa não deve abrir mão do seu cuidado pessoal, da sua feminilidade, seus interesses e de todos os seus encantos expressos em tantos pequenos gestos cotidianos e de cuja grandeza são reflexo e razão de orgulho para o marido

Esses pequenos gestos de cortesia educam os filhos e os incentiva a proceder com consideração entre eles. Ao invés de naturalizar a disputa entre os filhos pelo amor dos pais ou pelos brinquedos, devemos nos antecipar e dar aos filhos parâmetros claros de comportamento. Assim eles ficam menos vulneráveis às modas e aos amigos da adolescência porque terão parâmetros internos solidamente construídos.

Educação é sinônimo de repetição e o aprendizado "penetra" por vários exemplos. Por mais que digam que os jovens hoje são bombardeados por várias mídias, a família, o amor dos pais por eles e todas as suas circunstâncias familiares tem uma prevalência muito grande para "perder" para os modismos. Seja uma pessoa excelente para influenciar seus filhos. Comece sendo gentil e cortês com sua esposa e vice-versa.
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "