08 junho 2013

Incentivando a Cortesia e as Boas Maneiras em Família dos Filhos

Você filho pode ajudar muito aos seus pais evitando ser desnecessariamente pesado a eles.  Por isso verifique se há alguma coisa dos itens abaixo que você possa acrescentar aos seus modos e atitudes para ajudar a fazer o seu lar mais feliz.

  1. Preferencialmente diremos “meu pai”, “minha mãe” e não diminutivos e apelidos. O nome deve ser sempre informado nas apresentações, mas seguido da qualificação de meu pai ou minha mãe. 

  2. A maior prova espontânea de consideração pelos pais é prestar, de boa vontade, os pequenos serviços que se oferecem no lar, além de cumprir sem demoras e sem reclamações as próprias obrigações, como o estudo, os compromissos, a higiene pessoal diária, etc. Por isso lembre-se bem de:

    1. Não se fazem os pais esperar.
    2. Não impor condições para atender às justas solicitações dos pais. 
    3. Não se dão desculpas aos pais para protelar ou deixar de fazer o que os pais nos pedem de forma justa ou porque é nossa obrigação.
  3. É fundar cortesia em família manter esses gestos de delicadeza e consideração no convívio familiar. Por isso verifique se você regularmente:
    1. Diz boa-noite aos pais antes de dormir, bem como aos irmãos, demais parentes e visitas que estejam na sua casa e mesmo que não sejam seus amigos, mas dos seus irmãos ou dos seus pais. Ao menos aos pais se deveria dar boa-noite com um beijo, abraço ou pedido de benção. 
    2. Ao sair e ao retornar a casa cumprimentamos todas as pessoas presentes. 
  4. Não aprendam nunca a fumar, a beber, a usar drogas nem compactuem com “espertezas”, malandragens de qualquer tipo.
Uma palavrinha com os Pais

Os encargos dados aos filhos pelos pais não devem ser maiores que os de suas forças. A principal atividade dos filhos é formar-se. Por isso os filhos não são nem empregados para a conveniência dos pais, nem meios de compensação emocional, ou assunto secundário para depois do noticiário ou da academia de ginástica.

A educação dos filhos deve estar retamente motivada e não, por exemplo, ao ver-se sobrecarregado com o serviço doméstico, e a pretexto de que o filho precisa aprender o “quanto à vida custa”, colocá-lo para realizar tarefas incompatíveis com sua idade ou força.

As queixas e autocomiserações dos pais são muito pesadas para os filhos e tem efeito devastador na formação do caráter e da auto-estima dos filhos.

Para formar bem os filhos é preciso dar-lhes obrigações, limites e tempo para brincar e também para ler, descansar, ter amigos, etc., na medida e no interesse do melhor desenvolvimento dos filhos. Os pais serão os primeiros a colher os bons frutos da educação dos filhos e por isso o empenho deles deve ser pelo pleno desenvolvimento dos filhos e não uma educação feita ao sabor dos humores dos pais. 
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "