03 maio 2013

Como é o Jovem de Boas Maneiras?

É amigo, amigável e acolhedor.

  1. Dá bons conselhos. 
  2. Ajuda os que estão em necessidade. Não é miserável a ponto de não emprestar um telefone numa emergência, ou ceder o lugar a um idoso, ou desviar-se do seu caminho para poder acompanhar um idoso ou indicar uma rua. 
  3. É um bom ouvinte. 
  4. Sempre acolhe bem os recém chegados. 
  5. Dá apoio, é colaborativo. Coopera sem esperar nada em troca. Cede a vez. 
  6. Tem bom senso. 
  7. É agradável e educado. 
  8. É bem informado para poder ajudar: sabe ruas, normas, locais, pessoas, restaurantes, como dar uma indicação de endereço, etc. 
  9. Dá-se valor: Evita qualquer tema vulgar, não fala palavrão, não toma liberdades com estranhos, não se faz de íntimo de poderosos. 
  10. Jamais participa de bulling, violência, agressões. 
  11. Evita todo ato que o corrompa: bebedeiras, luxúria, drogas, preguiça.

O Jovem de Boas Maneiras e Valores É sempre Honesto

  1. Sempre fala a verdade, mesmo que tenha cometido um erro.
  2. Sempre diz o que pensa que é correto mesmo que a “tribo” à sua volta ache isso “careta”, ultrapassado. 
  3. Admite que não está sempre certo e reconhece seus erros. 
  4. Diz a verdade aos seus amigos quando eles estão errados. (Correção fraterna) 
  5. Nunca rouba, não aceita propina, não propõe atos ilícitos, não naturaliza nem se omite frente ao erro, não vende mercadoria roubada, falsificada, vencida, etc. 
  6. Cumpre com suas obrigações pontualmente e de forma muito bem acabada porque sabe que é através do seu trabalho cotidiano e de quem é que colabora para o bem da sociedade e dá sentido à sua vida além de prover seu sustento. Por isso seu trabalho é reflexo de sua excelência pessoal.

O Jovem de Boas Maneiras Não é Vândalo

Vândalos promovem prejuízos ao meio ambiente, às propriedades alheias e à pública além de machucarem pessoas por insegurança, para parecerem fortes. Mas suas atitudes demonstram insegurança e incompetência. 

Os vândalos são especialmente agressivos com as pessoas cumpridoras da lei e minorias. O objetivo implícito de um vândalo é promover um ambiente desagradável porque ele é assim. Os vândalos não se importam com o bem estar dos outros. Nunca danificam a própria propriedade, mas a dos outros e sempre se escondem atrás de uma ideologia, dinheiro, grupos organizados ou pela força da violência. 

O vândalo não sabe se expressar de forma positiva e tem limitações reais que não quer aceitar ou superar. Para impressionar outros membros ou sentir-se fortes são cada vez mais vândalos: covardes, pichadores, violentos, brutalizados, doutrinados. Suas expressões são sinais de incapacidade 

Expressões – danificação do patrimônio, atos de violência, cooptações fanáticas, são sempre expressão de incapacidade. Não se junte portanto a gangues, vandalismo é sempre um aspecto de mau comportamento e o início para outros erros mais graves.

Evita todo Comportamento Anti Social

  1. Comportamento barulhento ou exibicionista. 
  2. Comportamento rude, agressivo, que julga mal os outros ou se impõe aos outros com maneiras e modos inconvenientes. Falando alto, discutindo e fazendo escândalos sem motivo, reclamando inutilmente na fila e outros comportamentos invasivos e que desconsideram o direito dos outros. ( usar rádio em transporte público sem fones de ouvido, ocupar assentos com embrulhos quando há pessoas em pé, etc.) 
  3. Fazer pichações e quaisquer atos de vandalismo. 
  4. Sujar a rua urinando, jogando latas, cigarros e papéis na rua, deixando de recolher as fezes do próprio cão, 
  5. Negociando ou comprando drogas na rua. Consumo excessivo de bebida alcoólica. 
  6. Mendicância agressiva. 
  7. Soltando fogos de artifício durante a madrugada 
  8. Bulling: Ato covarde de agressão porque busca o mais fraco, ataca covardemente em grupo, não tem sentimento pela vítima e só se importa consigo mesmo e com a sua doutrinação fanática. 
  9. Não promove abusos em família: agressões físicas ou psicológicas, nem contra crianças nem contra as mulheres ou idosos. Não provoca lesões físicas nem traumas e mágoas profundos, ruptura da família, medo, raiva, depressão,  nem crueldade e explorações e abusos físicos ou financeiros.


"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "