19 abril 2013

Boas Maneiras e o Comportamento Cafona em Público



35 atitudes de má educação que nos tornam pessoas "cafonas"?
  1. Coçar-se em público. 
  2. Tocar-se: no nariz, nas partes íntimas, agarrar-se ao namorado(a) em lugares públicos. 
  3. Gesticular nervosamente.
  4. Falar alto, chamar atenção para si, falar com todos e com ninguém como num palanque para angariar atenção numa fila por exemplo.
  5. Falar de onde está, gritando pressupondo que o outro não tem nada para fazer a não ser estar disponível para ouvi-lo a tempo e à hora. Dirija-se à pessoa com quem quer falar e jamais aos berros, muito menos se é mãe para com os filhos. 
  6. Por a mão na cabeça, enrolar cabelo, mascar chicletes, mover-se com trejeitos exagerados.
  7. Encostar-se nas paredes, colocar os pés na parede para apoiar-se sujando com a sua sola a parede.
  8. Não ter respeito pela propriedade alheia: sentando-se em mesas, colocando pés sobre cadeiras, pisando em jardins, jogando lixo nas vias públicas ou parques.
  9. Ser incapaz de esperar numa fila sem queixumes inúteis. A primeira característica de uma pessoa educada é que ela leva a própria cruz e ajuda os outros à carregar a deles. Logo é prova de falta de educação esse distribuir a sua impaciência com reclamações com quem está em volta, falar mal do recinto, criticar quem está trabalhando um caixa de banco enquanto está na fila. Reclame por maus serviços pelos canais competentes, com eficiência e não apenas para aborrecer os outros.
  10. Não converse no celular na fila, não ouça rádios altos na fila, não incomode os outros na fila com embrulhos, caras feias, etc. 
  11. Ser sujo e promover todas e quaisquer formas de porcarias como cuspir, escarrar, urinar em locais públicos. Impor-se fedorento em condução pública. 
  12. Sujar o meio ambiente.
  13. Distribuir críticas e "pareceres" sobre todos e tudo como se fosse melhor do que os outros. 
  14. Expandir-se em exageradas brincadeiras e gestos para chamar atenção. 
  15. Ignorar ostensivamente as circunstâncias ou quem fala com você com o rádio nos ouvidos. 
  16. Brincar com as próprias coisas e objetos e principalmente com o dos outros em locais públicos. Incomodar tamborilar, bater com os pés, fazer barulho ou assoviar em lugares públicos como conduções, bibliotecas, livrarias, museus.
  17. Batucar, riscar, sujar, escarrar na rua, falar palavrão, em qualquer espécie. 
  18. Mal sentar-se em condução pública, incomodar com ruídos repetidos de língua, dos pés, de aparelhos eletrônicos em lugares públicos.
  19. Tocar pessoas enquanto fala, ter gestos como torcer-se em gingas e meneios, roer as unhas, mãos, alisar a roupa do interlocutor, tocar as outras pessoas desnecessariamente, segurar o queixo e o rosto, tirar o sapato em público.
  20. Apontar com o dedo com quem se fala ou de quem se fala, 
  21. Bocejar sem cobrir a boca, 
  22. Comer fora de local apropriado e sem modos. 
  23. Espirar com escândalo.
  24. Espirrar sem cobrir a boca.
  25. Limpar o nariz à mesa, melhor retirar-se, 
  26. Limpar o nariz com os dedos. 
  27. Maquiar-se à mesa, lixar a unha na Igreja ( já vi) ou em lugares públicos. Toillet é feita sempre reservadamente, em local apropriado. 
  28. Cortar unhas na cozinha, ou qualquer ato da higiene pessoal em local não apropriado ou fazendo os outros participarem dele como assunto de interesse coletivo. Mesmo sozinho também não é apropriado fazer atos de higiene pessoal em locais não apropriados. As boas maneiras são essencialmente uma questão de identificar o que é apropriado e digno de nós mesmos em cada circunstância. 
  29. Andar sem camisa. Sentar-se à mesa sem camisa. 
  30. Comentar a própria opinião como se fosse a verdade absoluta, sem humildade. 
  31. Assumir que a anonimidade da Internet, a inocência da criança, a bondade da mãe, a subordinação do empregado são motivo para tirar vantagem, explorar.
  32. Reclamar da família como assunto de conversa social, falar mal dos outros, ter a ignorância e a vulgaridade própria como expressão pessoal natural.
  33. Valer-se de posição, força ou cargo para tirar vantagem de moça, criança, velho vulnerável.
  34. Exceder-se na manifestação de torcida esportiva.
  35. Exceder-se em fruição de natureza sexual seja ela juvenil, senil, ou por futilidade de caráter é muito cafona. Todos os aportes de histeria senil são especialmente cafonas. Mesmo que possam parecer engraçadas como no comercial acima, as expressões descontroladas ou exageradas do que sentimos, pelo que quer que seja,  nos tornam sempre muito cafonas. Portanto, não as naturalize nem acredite que são engraçadas e evite todo o excesso de expressão de gosto, desgosto, acinte, aplauso, etc. O excesso de fruição é falta de conteúdo e de caráter. Nem o time do coração, nem a celebridade, nem o impulso pela vulgaridade ou "brincadeira" jamais deve nos levar ao exagero na nossa manifestação pessoal.  

" No princípio era o Verbo e tudo foi criado." Nós também, criamos a realidade à nossa volta, em grande parte pelo que verbalizamos e como nos expressamos. A boca fala do que o coração está cheio. Um coração sem Deus fala qualquer bobagem e se deixa levar-se por qualquer instinto. Nossa dignidade de filhos de Deus pede que nos comportemos de acordo, porque de outro modo, não seríamos dignos desta filiação divina que é o que realmente nos torna humaniza.
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "