01 março 2013

Boas Maneiras à Mesa Em Casa


Boas Maneiras à Mesa Em Casa: onde tudo começou

  1. As crianças não devem provocar umas às outras.
  2. Não interrompa rudemente quem está falando nem monopolize a conversa com seus interesses.
  3. Se você é criança e seus pais convidaram amigos para jantar em casa não corra para ocupar seu lugar habitual na mesa. Espere que seus pais indiquem para fazê-lo.
  4. Todos devemos valorizar o momento da refeição como ocasião de confraternização. Portanto sem atrasos, sem reclamações, todos ajudando em tudo, ninguém com atitude nem cara de que tem que ser servido. Jamais convidem a televisão para almoçar e não cedam aos apelos para comer sozinho no quarto, para ver o noticiário, etc. Este momento de confraternização tem um efeito importantíssimo para a harmonia familiar.
  5. Mesmo nas refeições caseiras e cotidianas devemos estar bem apresentados, sem caras de sono, descabelados, ou desgrenhados. 
  6. Ensine seus filhos a apresentar-se para o café da manhã o mais "prontos" possível: dentes escovados, banho tomado, oração feita, cama arrumada e vestidos como se deve. Se isso não for o hábito da família que não aprendam a impor aos demais suas preguiças, maus humores matutinos e odores. Quando não vigiados e educados essas coisas simples como acordar e o asseio pessoal se tornam muitas vezes, desnecessariamente "pesados" o que torna qualquer outro ato subsequente como estudar, respeitar os mais velhos ou as obrigações, um "verdadeiro fardo", o que é sempre uma fraqueza.
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "