25 fevereiro 2013

Como cumprimentamos quem encontramos na rua?

  1. O cumprimento na rua pode ser uma leve saudação sem palavras: um gesto simples, um sorriso e não jogar palavas sem significado no ar como “ alô”, ou mesmo “ – Como vai?” Se não significa isso.
  2. Quando encontramos nossos empregados é dever nosso cumprimenta-los em primeiro lugar, sem mais deferências.
  3. Os clientes de cabeleireiros, manicures, e prestadores de serviço em geral devem ser cumprimentados primeiramente pelos clientes tão logo estes cheguem ao salão.
  4. Quando encontramos amigos na rua e estamos acompanhados apresentamos quem está conosco a quem encontramos.
  5. Quando os convidados se vêem obrigados a se auto-apresentar enunciam seu nome e sobrenome mas não falam seus títulos. As auto-apresentações não são uma “licença” para invadir o espaço alheio.
  6. Não se dizem coisas íntimas, engraçadas nas apresentações.
  7. Quando chegar a casa de alguém e reconhecer uma empregada ou enfermeira, cumprimente-a propriamente: “ – Boa noite, Fernanda.” Da mesma maneira que se cumprimentam as donas da casa. O que seria inapropriado e estabelecer um grau de familiaridade excessiva. Aliás com qualquer um isso é inapropriado nesses primeiros contatos sociais. Talvez numa roda de amigos, comemorando alguma coisa, possa haver um grau de expansão mais “ entusiasmado” se for necessário.
  8. Cumprimente sempre seus familiares ao levantar-se, sair ou entrar em casa e ao deitar-se. Lembre-se sempre, em primeiro lugar, de saudar com quem você entra em contato seja por e-mail, carta, secretária eletrônica, etc. As cartas comerciais requerem mais formalismo mas nem por isso nosso relacionamento deve ser exclusivamente comercial cabendo, oportunamente, uma demonstração de interesse pela pessoa com quem estamos negociando algum comércio.
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "