06 fevereiro 2013

Boas Maneiras e Cortesia no Lar

Cortesia no Lar

Pais

A educação dos filhos deve estar retamente motivada e não, por exemplo, ao ver-se sobrecarregado com o serviço doméstico, e a pretexto de que o filho precisa aprender o “quanto à vida custa”, colocá-lo para realizar tarefas incompatíveis com sua idade ou força. As queixas e autocomiserações dos pais são muito pesadas e tem efeito devastador na formação dos filhos.

Os encargos dados aos filhos pelos pais não devem ser maiores que os de suas forças. A principal atividade dos filhos é formar-se. Por isso os filhos não são nem empregados para a conveniência dos pais, nem meios de compensação emocional, ou assunto secundário para depois do noticiário ou da academia de ginástica.

Para formar bem os filhos é preciso dar-lhes obrigações, limites e tempo para brincar e também para ler, descansar, ter amigos, etc., na medida e no interesse do melhor desenvolvimento dos filhos. Os pais são os primeiros a colher os bons frutos da educação dos filhos e por isso o empenho deles deve ser para o pleno desenvolvimento dos filhos e não uma educação feita ao sabor dos humores dos pais. 

Filhos

Dizer boa-noite aos pais antes de dormir bem como aos irmãos, demais parentes e visitas que estejam presentes. Ao menos aos pais se deveria dar boa-noite com um beijo, abraço ou pedido de benção. 

Não se fazem os pais esperarem, nem se lhes ponham condição ou se deem desculpas para executar o que justamente lhes pedem. É possível dialogar sempre, mas preguiça, manha, comodismo não devem ser acobertadas por falsas “questões”, “problemas”, teses, desculpas, etc.

A maior prova espontânea de consideração pelos pais é prestar, de boa vontade, os pequenos serviços que se oferecem no lar, além de cumprir sem demoras e reclamações as próprias obrigações, como o estudo, os compromissos, a higiene diária, etc., tornando mais leve os encargos dos pais.

Pais e Filhos

Ao sair e ao retornar a casa cumprimentamos todas as pessoas presentes. 

Não aprendam nunca a fumar, a beber, a usar drogas nem compactuem com “espertezas”, malandragens de qualquer tipo.

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"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "