22 fevereiro 2013

Boas Maneiras com os Superiores


A cortesia vem do coração e por isso não deve ser nem forçada nem artificial. Aos pais idosos digamos que os amamos e que lhes somos agradecidos provando isso com atos correspondentes de atenção e apoio, seja material ou emocional.

Aos superiores devemos respeito e isso nos leva a agir como pessoas que conhecem e cumprem suas obrigações sem exigir “pressão” dos superiores para fazermos o que nos cabe.

Ou seja, uma pessoa que respeita seus superiores não vive julgando ou condicionando a execução ou mesmo se será boa a execução das suas tarefas à sua aprovação de seus superiores. Algumas pessoas disfarçam a própria preguiça não aprovando os chefes para fazerem apenas o que desejam. É preciso respeitar a posição de mando dos superiores sem sentir qualquer inferioridade por isso. O respeito dos subordinados é exatamente a colaboração sem “ladainhas”, “julgamentos”, etc.

A execução e bem feita de todas as nossas obrigações vem de nossa alma, do que temos e colocamos no nosso trabalho e não da “imposição” do chefe que tem uma função coordenativa. Essa função é o trabalho do chefe e isso deve ser respeitado.

A hierarquia pode ser moral como é o caso do respeito devido aos pais, ou profissional. Seja qual for age-se por caráter, por valor próprio, colaborando-se ao invés de “sabotar” a liderança sob os mais diferentes pretextos. Quem dificulta o trabalho do chefe reduz a relação às próprias conveniências ou dificuldades e isso destrói a cooperação, único meio de se criar coisas maiores. Colabore sempre por ter cortesia pessoal.
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "