24 fevereiro 2013

10 Dicas de Boas Maneiras e os Idosos

  1. Os idosos podem pelo processo natural de envelhecimento equivocar-se ou não conseguir realizar bem as coisas como quando eram jovens como por exemplo derramar comida na roupa, esquecer de amarrar os sapatos ou podem negligenciar outro detalhe do vestuário. Algumas vezes o idoso não quer tomar banho. Não devemos criticá-los, demonstrar impaciência ou desdém. Mas sim tratá-los com o mesmo afeto com que nossos pais nos trataram quando éramos pequenos e precisávamos de ajuda para fazer as mesmas coisas.
  2. O idoso não tem muitas vezes o mesmo controle sobre seu corpo podendo vir a urinar, defecar e regurgitar involuntariamente. Não devemos criticá-los mas ajudá-los de modo a que não sintam vergonha do ocorrido. Também o idoso não tem às vezes a capacidade de compreender todas as tecnologias ou informações muito diferentes da que ele está acostumado. Também podem também repetir muitas vezes a mesma história ou demorar um pouco para lembrar o que queria dizer. É importante que os escutemos e dando-lhes atenção e carinho. É importante colaborar para que o idoso não se isole ou se sinta discriminado pela suas restrições. Oportunamente é bom estimulá-lo com carinho a que não se entregue ao ostracismo.
  3. Devemos compreender claramente as restrições específicas de cada idoso de modo a integrá-lo em nossa realidade como é. Por exemplo alguns não querem comer porque lhes dói os dentes ou porque não tem vontade. Conheça seu idoso.
  4. Ajude o idoso a andar e se ele falar em que quer morrer não é porque não te ama mais mas é a debilidade física. Fique satisfeito por ter feito tudo que pode de bom pelo seu idoso. Isto pode ser o que você tenha feito de bom na vida.
  5. Ajude o idoso a andar e se ele falar em que quer morrer não é porque não te ama mais, mas é a debilidade física. Mantenha-o animado, e se sentido importante na família e querido mesmo com todos os problemas que ele vê.
  6. Fique satisfeito por ter feito tudo que pode de bom pelo seu idoso. Isto pode ser o que você tenha feito de bom na vida.
  7. Os idosos devem fazer uma força para não reclamar desnecessariamente, participar, agradecer e retribuir o carinho que lhe dão como forma de colaborar para a santificação da vida cotidiana de suas famílias e auxiliá-las, com o seu exemplo, na superação e na construção da fé nos valores maiores que certamente as irá ajudar.
  8. Muitas vezes a sensação de que não recebem a atenção que esperam não seja por causa das naturais deficiências da idade mal compreendida pelos mais novos, mas por um excesso de egoísmo e preocupação excessiva consigo mesmo que os faz superestimar as próprias necessidades e a sobrecarregar os demais familiares. Muitos casais, hoje em dia, têm uma jornada estafante que gerações passadas não conheceram, com pais trabalhando fora e dentro de casa.
  9. O idoso pode ajudá-los: tente sorrir, compreender e não reclamar desnecessariamente. Até o último minuto da vida temos a chance santificarmos os caminhos da terra. Um sorriso, ou uma pequena cooperação podem trazer paz a uma casa. O encargo de fazer um lar alegre não é só da mãe ou dos pais, mas de cada um de seus membros. Faça a sua parte sem se fazer de vítima. Sempre é muito animador e inspirador um idoso honrado que dá atenção aos netos e conserva-se bem arrumado e comportando-se com toda a dignidade humana que possui.
  10. Os jovens devem dar atenção aos idosos sempre que possível respeitando principalmente a natural diferença de "ritmos". Não se impaciente com o idoso. Visite-o. Faça pequenos serviços como levá-lo de carro a algum lugar que necessite, ou faça compras e ligue para saber como vão. Nas festas familiares tenham lugares e comidas apropriados para os idosos. Não os excluam das celebrações familiares.

"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "