16 janeiro 2013

15 Dicas de Educação e Boas Maneiras Viver em Casa

  1. Não aponte defeitos, se alguém tirou uma nota ruim, perdeu o emprego, a namorada, não passou no concurso, seja solidário e jamais diga que ele é "idiota", ou equivalente. É hora de apoiar. A grandeza será sua. 
  2. Quando repreender alguém sobre alguma coisa, ou quando sugerir algum valor, virtude, como " - Você deveria ler mais!" tenha certeza de que você lê, de que dá o exemplo. 
  3. Não seja difícil de acatar ordens, de cumprir suas obrigações cotidianas. 
  4. Suas roupas, aparência e acomodações não devem ser construídas sobre o deslumbre, o consumismo, mas antes ser exercício de seu gosto, entendimento. Não mortifique seus pais ou marido com necessidades materiais exacerbadas. 
  5. Procure sempre estar em boa companhia. Mas não tenha medo de ficar sozinho, é melhor estar só do que mal acompanhado. Escolha bem quem vai levar para sua casa. 
  6. Escolha o que vai falar com quem: Não converse sobre intimidades com os filhos menores, não os sobrecarregue com preocupações sobre o pagamento de contas que eles não podem resolver, não conte todas as coisas que lhe sucederam naquele dia sem parar. Não preocupe com dificuldades reais ou imaginárias os idosos, os mais jovens, os que estão ocupados, etc. 
  7. Mantenha a conversa à mesa o mais agradável possível. Isto é obrigação de todos. Jamais se aborreça à mesa, se houve algum constrangimento mude o assunto e todos devem ajudar a mudar de assunto. . 
  8. Não fique gargalhando exageradamente quando ninguém está afim, não expresse contentamento pelo ridículo, não adule, não se alegre com a tragédia do outro. 
  9. Não se anule, mas enfrente o que houver para enfrentar: incompreensão externa ou sentimentos próprios indefinidos. Mesmo que a família falhe em lhe compreender não faça disto razão para desanimar de seus objetivos. 
  10. Não assuma o que não pode cumprir e cumpra a sua palavra se a deu. 
  11. Quando os pais falam com outras pessoas, os filhos devem escutar e não opinar como se tivesse a mesma autoridade e responsabilidade dos pais. Por exemplo, os filhos não dão ordem aos empregados, à menos que estejam a cargo da casa ou daquela tarefa. Mas filhos jovens jamais dão ordens à faxineira, por exemplo. Do mesmo modo os avós devem respeitar os filhos na condução de sua família. É bom conversar sobre um ponto discordante mas não interferir gratuitamente e sempre como se tivessem que substituir os filhos na educação dos netos. 
  12. Não sejamos chatos: nem digressões demais, nem "minha" opinião demais, nem meus afazeres, necessidades, interesses, etc. demais. A família é o primeiro mundo fora de nós mesmos, devemos nos abrir para além de nós mesmos a começar pela família. 
  13. As recreações devem ser sadias e jamais dependentes de bebidas e outros vícios. 
  14. E quando falar de Deus seja respeitoso e honre seus preceitos. Eduque as consciências para que nunca se apague nelas a luz de Deus. 
  15. Ensine seus filhos a gostar de ler, não qualquer coisa, mas o que os faça crescer como boa literatura. Ensine-os a querer instruir-se, a desenvolver não superficialmente um hobby, um dom artístico, a descobrir seus dons e talentos, sua vocação na vida. Ensine-os a tratar bem os demais, a desenvolverem o bom gosto, a querer trabalhar e, por um serviço bem feito servir aos demais com qualidade técnica de quem tem virtudes reais. Ensine-os a oferecer a vida como uma oração digna de ser oferecida a Deus porque está cheia de virtudes, plena de realizações. Ensine a nunca deixar de se atualizar, renovar, mesmo quando já tiverem "criado seus filhos". Tudo isso engloba ensinamentos, quer através de exemplos, quer de livros, quer por conversas de boas maneiras, virtudes humanas e cristianismo para a vida cotidiana. Saiba e pratique-os você primeiro para poder ensinar seus filhos. 
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "