06 novembro 2012

Boas Maneiras e o Modo de Falar com os Filhos


Em casa, fale com seu filho com educação e cortesia conscientes. Ele irá agir e exigir ser tratado assim por toda a vida. Quando ele falar será claro que ele é "bem nascido". Mas trate seu filho com deboches, descaso e "gozações" e você terá filhos inseguros, com baixa estima e que aceitarão relacionamentos humilhantes por toda a vida. 

Deixe claro que você segue regras de etiqueta e valores humanos e cristãos que se revelam em tudo o que você faz. Caso esteja na frente de outras pessoas ou sozinho em casa seja educado e demonstre os mesmos valores e seu filho tenderá a agir igualmente de forma íntegra. Mas dizendo na frente de estranhos e na presença de seu filho que você lê muito, por exemplo, e seu filho sabe que não é verdade, você corrompe a inocência do seu filho para sempre.


Se você praticar e exigir que seus filhos pratiquem um comportamento cortês em casa, mais facilmente vão ver onde está precisando haver uma pequena correção. Não espere estar em público, num almoço de clube por exemplo para descobrir maus modos dos seus filhos e tê-los que corrigir em público. 

É um erro estar corrigindo os erros de português a todo instante do filhos em público. Ao perceber um erro promova mais leitura, e atividades ao invés de ficar ridicularizando e permitindo zombarias a respeito deste ou outro defeito dos filhos na frente de estranhos ou outros membros da família menos educados e portanto capazes de "embalar" críticas em "brincadeirinhas".

Não permita o uso de gírias e vulgaridades de qualquer espécie, nem numa piada que a criança queira contar. Não deixe que desenvolva mau gosto de nenhuma forma, como por exemplo ensinando a comportar-se bem à mesa no uso dos talheres, mas ao mesmo tempo consentindo em expressões vulgares para fazer "piada". Se tem grosseira, ou discriminação então não tem lugar em casa.

Ensine seus filhos a se dirigirem corretamente às pessoas:  " - Sim, mamãe." e " Sim,  Papai." são a melhor forma. Aos adultos o melhor é " - Não senhor, Ferreira.'  e "Bom Dia, Dona Ana.". É importante educar não só como responder mas também os modos ao responder: as crianças devem usar sempre um modo cortês e respeitoso ao se dirigir aos mais velhos. 

Ser educado não quer dizer ser engessado. Se a criança está participando da conversa ela tem o direito de dizer que não concorda e deve ser ouvida carinhosamente. Mas também na discordância devemos ensinar os filhos a falar respeitosamente. É preciso dizer-lhes que eles não precisam convencer ninguém no grito. Que basta apresentar claramente o seu ponto e respeitar a opinião dos outros. Só a Deus devemos contas do que somos. E portanto, o diálogo é para conhecer mais e não para sermos "aprovados" pelos demais.




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"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "