10 agosto 2012

10 Dicas de Boas Maneiras para Você Insistir com Seu Filho


  1. A base inicial de muitas alegrias humanas é exatamente a vida em sociedade que começa por um cumprimento e por uma primeira conversa social. 
  2. Por uma deficiência em educação e boas maneiras, as pessoas mal educadas não participam como devem da vida em sociedade com grande perda para elas mesmas. 
  3. As pessoas que desconhecem os princípios básicos de boas maneiras podem mais facilmente se tornar reféns de maus sentimentos, ser afeitas a intrigas, maledicências, invejas e dominadas pelo egoísmo.
  4. Como consequência, as pessoas sem uma formação sólida em boas maneiras são mais propensas não só a se deixarem levar por impulsos e descontroles que as levam a ser grosseiras ou desagradáveis, mas elas também se neguem a importantes modos como um simples cumprimento, se negam à uma conversa social, ou a dar atenção aos demais seja negando acolhimento a expressões culturais, de credo ou raça diferentes da sua, seja na manifestação de uma necessidade ou dor. 

Participar Cordialmente da Vida em Sociedade é Prova de Educação e Boas Maneiras

  1. Em ambientes sociais como as áreas comuns onde moramos, ou em clubes, igrejas, locais de trabalho, etc., não se deixa de cumprimentar e de trocar umas poucas palavras com quem encontramos. É preciso relaxar desse utilitarismo da sociedade de consumo que mede o que se deve fazer pela vantagem imediata, numa relação custo-benefício mais apropriada para objetos do que para pessoas, e fazer gentilezas gratuitamente, sem esperar nada em troca.
  2. É de muito mau gosto só se interessar por conversar socialmente só quando se tem vontade, ou quando a pessoa "lhe interessa", ou só quando são pessoas do seu time de futebol, da sua idade, ou da sua "tribo", etc.
  3. Uma pessoa de boas maneiras não esquece de fazer o bem que deveria, mesmo sendo ele um sorriso, um acolhimento a um idoso, ou a paciência com as crianças. Quanta caridade há nesses pequenos gestos!.
  4. Se você não explicar a seus filhos a importância da vida em sociedade e como eles devem corresponder com educação e boas maneiras, mesmo que em certos momentos isso custe, eles poderão crescer muito mal educados. E isto porque ao não se policiarem em seus modos podem acabar desenvolvendo uma atitude cotidiana de soberba como, por exemplo achar que todos lhes devem servir, ou que todos tem que ser julgados por ele como se ele fosse quem concede aos outros o direito de ser ou não ser como é, ou desenvolver uma atitude de medir a utilidade dos outros para se aproximar ou não. E tantas outras expressões de soberba nunca controlada. E tudo isso deforma o caráter. 
  5. Sendo exigente na correspondência às regras de boas maneiras, no desenvolvimento de virtudes e numa boa educação humana, seu filho fará pela sua atuação social, cheia de bons propósitos e caridade o meio por excelência para desenvolver caráter, para plenificar a vida.
  6. As pessoas mal educadas estão tão preocupadas consigo mesmas que se lembram mais de suas mágoas, ressentimentos, interesses pequenos do que de sorrir e conhecer pessoas novas oferecendo-lhes um pouco de seu tempo, um pouco de atenção. Atenção essa que voltaria para elas na forma de desenvolvimento humano, de experiência. 
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "