27 junho 2012

Boas Maneiras dos Homens

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  1. O homem sempre diz minha esposa ou minha mulher mas não diz minha senhora. 
  2. O homem apresentado a outro homem age com naturalidade se levantando e estendendo a mão para o aperto de cumprimento. O homem cumprimenta a mulher primeiramente quando a encontra na rua. À mulher cabe estender ou não a mão. À mulher cabe também decidir se quer ou não entabular uma conversa com o homem e este espera que ela diga qualquer coisa após o cumprimento, aceitando que tudo fique no simples boa tarde, se for esta a escolha da mulher. 
  3. Um homem sempre se levanta e se inclina ao ser apresentado a uma senhora. Não toma a iniciativa de estender a mão. Se ela o faz, ele não corresponde ao gesto sem antes inclinar-se ligeiramente. 
  4. É muito elegante que os homens se levantem ao serem apresentados a alguém, seja homem ou mulher. Os militares homens tirar o quepe quando cumprimentam senhoras. 
  5. Entrando numa sala o homem inclina-se para a dona da casa sem afetação e em sinal de deferência. O dono da casa inclina-se respeitosamente para cumprimentá-las, como se fosse recebido em casa delas. Quando há encontros, o mais moço deve cumprimentar primeiro, a não ser que seja superior hierarquicamente. 
  6. Quando se apresenta um cavalheiro a uma senhora, o homem levanta-se e inclina amavelmente a cabeça, mas a senhora permanece sentada. 
  7. O homem tem o dever de cumprimentar uma mulher de forma respeitosa. 
  8. A reverência do homem à mulher à distância é sempre mais distinto, cabe à mulher estender à mão ao homem. 
"Boa parte da nossa vida está composta de pequenos encontros com pessoas que vemos no elevador, na fila do ônibus, na sala de espera do médico, no meio do trânsito da cidade grande ou na única farmácia da cidadezinha onde vivemos... e ainda que sejam momentos esporádicos e fugazes, são muitos por dia e incontáveis ao longo de uma vida. Para um cristão, são importantes, porque são ocasiões que Deus lhe dá para rezar por essas pessoas e mostrar-lhes o seu apreço, tal como deve suceder entre os que são filhos de um mesmo Pai. Fazemos isso normalmente através desses pormenores de educação e de cortesia que temos habitualmente com qualquer pessoa, e que se transformam facilmente em veículos da virtude sobrenatural da caridade." Fernández-Carvajal, Coleção Falar com Deus" volume 3,Tempo Comum(1) Semanas I a XII, pag. 33. "